Foi dada a largada à construção do Hospital Geral da Unimed (HGU) em Marechal Cândido Rondon. Com o canteiro de obras ocupado por máquinas, os trabalhos começaram ontem (10) e devem seguir pelos próximos dez meses.
Ver o HGU dar seus primeiros passos é motivo de alegria para o diretor-presidente da Unimed Costa Oeste, Hiroshi Nishitani. “A elaboração dos projetos é uma etapa complexa e está concluída. Agora, é só concretizá-los e logo teremos nosso hospital em Marechal Rondon”, enaltece.
Conforme a Blume Administradora de Bens, empresa que vai executar a obra, a previsão de conclusão do hospital para a Unimed é entre novembro e dezembro deste ano. Entre instalação de equipamentos, emissão de alvarás e organizações internas, Nishitani destaca que o hospital deve estar pronto para funcionar de 60 a 90 dias depois da entrega da obra.
Cronograma de obras
O início das obras aconteceu dentro do planejado e, neste momento, os trabalhos se voltam à fundação do hospital. “A princípio, até maio devemos concluir a parte de estrutura pré-fabricada e então começa a fase das instalações internas, com gesso cartonado, divisórias, piso e acabamento”, adianta o sócio-administrador da Blume, Daniel Felipe Niedermeyer.
Ao O Presente, ele frisa que não houve mudanças do projeto inicial para a fase de execução da obra. “Todo o complexo de saúde vai orbitar em torno no Hospital da Unimed. Então, prioriza-se a estrutura do HGU e depois o restante dos espaços”, expõe.
Complexo de saúde
Localizado em uma das extremidades da Avenida Írio Jacob Welp, o complexo terá uma área de 20 mil metros quadrados, sendo que sete mil metros serão destinados ao hospital e o restante a outros estabelecimentos. “Terá um prédio de oito pavimentos com clínicas, banco e outro prédio separado com uma farmácia. Também teremos outro prédio de cinco pavimentos com hotel, restaurante e várias outras finalidades. Além das clínicas, haverá laboratório de coleta de exame, clínica de vacinas e outros itens”, detalha o sócio-administrador da Blume.
O investimento na obra é superior a R$ 90 milhões.
Empresas do complexo
Ainda não há definição sobre quais empresas estarão presentes no complexo, mas Niedermeyer frisa que há negociações em andamento. “A gente ainda não fechou nada, porque vamos executar primeiro o hospital. Em cima do hospital vai ser feita a parte do complexo. O projeto já foi elaborado, mas a ainda vamos definir onde e qual empresa vai ser contemplada”, menciona.

Desentendimento resolvido
Em novembro de 2021, o Hospital Rondon pediu o descredenciamento da Unimed para os casos de urgência e emergência. Na ocasião, o diretor-presidente da Unimed Costa Oeste solicitou um prazo.
Ao O Presente, Nishitani afirma que a situação foi resolvida. “Havia essa intenção por parte do Hospital Rondon, mas negociamos e o atendimento segue como sempre foi”, assegura. Ou seja, os usuários da Unimed Costa Oeste permanecem sendo atendidos na unidade hospitalar.


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