Neste sábado (11), véspera de Páscoa, o comércio de Marechal Cândido Rondon vai funcionar das 09 às 16 horas.
As atividades comerciais foram retomadas parcialmente no município na quinta-feira (09), após a publicação de um novo decreto pela prefeitura (105/2020), o qual permite que empresas de determinados segmentos funcionem em um horário alternativo (09 às 17 horas), de segunda a sexta-feira, conforme definição do Centro de Operações Emergenciais (COE). No sábado, até o meio-dia, contudo, hoje será estendido até as 16 horas devido à véspera de Páscoa.
Quem circular pelo comércio deve obrigatoriamente usar máscaras, assim como os atendentes dos estabelecimentos comerciais. Além disso, reforçando as medidas de enfrentamento ao novo coronavírus, os empreendimentos devem ofertar produtos para higiene pessoal às pessoas que adentrem a lojas, comércios, mercados, farmácias, academias, entre outras empresas.
PERÍODO FECHADO
Em um primeiro momento, o comércio rondonense ficou fechado por dez dias – de 21 a 30 de março – devido a um decreto municipal que determinou medidas restritivas para evitar o avanço do novo coronavírus. No dia 31 as atividades comerciais foram retomadas com os devidos cuidados propostos em decreto, todavia, acabaram suspensas novamente no dia 02 por determinação judicial. Desde o dia 03 o comércio seguia fechado, tendo sido reaberto na quinta-feira.
IMPORTÂNCIA DE CUMPRIR AS REGRAS
O prefeito Marcio Rauber reforça a manutenção da situação de emergência em saúde pública do município devido ao coronavírus e enaltece a importância de cumprir as regras para o funcionamento de atividades e estabelecimentos industriais, comerciais e de prestação de serviços, lembrando da importância do distanciamento social seletivo. Além disso, lembra que continuam em vigor as principais medidas dos decretos anteriores.
APELO À COMUNIDADE
Por sua vez, o o presidente da Associação Comercial e Empresarial (Acimacar), Ricardo Leites de Oliveira, destaca que, mesmo com a reabertura do comércio, o isolamento social deve continuar. “Só deve sair de casa quem realmente precisa. É bom que todo mundo entenda que não é para passear. Se for ao comércio, vai para comprar e retorna para casa”, recomenda.
O receio, de acordo com ele, é que uma eventual aglomeração de pessoas pode motivar o Ministério Público (MP) a pedir novamente o fechamento das empresas.
O Presente