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Marechal

Corpo de espanhol que morreu ao ser baleado pela Polícia Militar rondonense segue no IML

calendar_month 17 de julho de 2023
2 min de leitura

Segue no Instituto Médico Legal (IML) de Toledo, o corpo do espanhol Makay Arshad Bibi, de 58 anos, que morreu ao ser baleado durante confronto com a Polícia Militar (PM) de Marechal Cândido Rondon.

O caso aconteceu na última terça-feira (11), no apartamento onde Makay residia, localizado em um prédio no cruzamento das avenidas Maripá com Rio Grande do Sul, no centro da cidade.

Naquela manhã, a PM foi chamada para atender uma situação de perturbação de sossego e quando chegou ao local, foi informada de que vizinhos teriam tentando conversar com ele, mas foram ameaçados.

Ele morava há cerca de dez dias no local e quando policiais militares tentaram intervir, ele armou-se com uma faca e investiu com os PMs que utilizaram máquinas de choque.

De forma extraoficial, foi possível apurar que Makay recebeu pelo menos quatro descargas de choque – quantia mais que necessária para derrubar uma pessoa, e mesmo assim continuou sua investida contra os policiais que fizeram disparos de advertência, e como o ataque não cessou, atiraram atingindo seu corpo.

O espanhol recebeu atendimento médico dos bombeiros e Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) ainda no seu apartamento e com vida foi encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Edgar Netzel em Marechal Rondon, onde pouco mais tarde não resistiu e faleceu.

O corpo foi encaminhado ao IML de Toledo, onde segue aguardando a reclamação de familiares.

Foi apurado que uma filha dele reside na Espanha, contudo, até o momento, não foi possível localizá-la.

Seguindo a sequência legal dos trâmites, o IML acionou o Consulado Espanhol para tentar localizar a filha de Makay para definir sobre os atos fúnebres, se ele será enterrado no Brasil ou no seu país de origem.

Segundo o delegado Julio Kruger, a Polícia Civil de Marechal Rondon instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do ocorrido.

Como de praxe nessas situações, a Corregedoria da Polícia Militar do Paraná também instaurou procedimento interno para apurar detalhes do caso.

Com Rádio Difusora

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