Os critérios de funcionamento da Casa de Acolhimento de Mulheres Vítimas de Violência Edna Storari foram tratados em reunião ocorrida nesta manhã desta quarta-feira (10), na prefeitura de Marechal Cândido Rondon.
Entre outros assuntos, também houve a definição no que tange à forma de abordagem às mulheres vítimas de violência.
O espaço tem característica de domicílio e já está em funcionamento. Sua localização deve ser sigilosa, tendo em vista que acolhe mulheres que sofreram ou estão sendo ameaçadas de violência, e seus agressores não poderão saber o paradeiro dessas vítimas.
O objetivo é oferecer acolhimento provisório para mulheres adultas, que tenham sofrido violência doméstica, sofrimento físico, sexual, psicológico ou moral, entre outras, e que precisam se afastar de casa por sofrerem ameaças e correrem risco de morte. Elas podem ser acolhidas juntamente com seus filhos. As acolhidas só saem da casa quando não estão mais em situação de risco e voltam a ter segurança novamente. O abrigamento é considerado uma medida radical de proteção da vida da mulher, mas que muitas vezes é necessária. O acesso é feito por meio do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS).
Participaram da reunião nesta quarta-feira (10), a secretária Josiane, a diretora de Proteção Especial, Vanessa Eckert, o promotor de Justiça, doutor Caio Di Rienzo, e os representantes do Núcleo Maria da Penha (NUMAPE), a pedagoga Edna Vaz Battistella e o advogado Luan Seiji Furucho.
Com assessoria