Edio Chapla foi reeleito por associados do Sindicato Rural Patronal de Marechal Cândido Rondon para seguir ocupando a presidência no triênio 2022/2024. A eleição aconteceu na última sexta-feira (17).
Compõem a nova diretoria eleita: vice-presidente, Cevio Alberto Mengarda; secretário, Cesar Luiz Petri; tesoureiro, Gianmarco Ricardo Vivian; suplentes da diretoria: Leandro Ricardo Vivian, João Wochner, Ademir Luiz Griep e Valdemar Luiz Schaefer. No Conselho Fiscal estão Gelson Kroessin, Jonas Leocir Vorpagel, Vilmar Fulber e, como suplentes, Vilmar Dinnebier, Ricardo José Kemfer e Eleandro da Silva. O presidente também ocupa o cargo de delegado representante e tem como suplentes Gianmarco Stoef, Cevio Alberto Mengarda e Cesar Luiz Petri.
Conforme Chapla, 2021 foi um ano marcado por diversas ações que beneficiaram o associado do Sindicato Rural, como a possibilidade de firmar convênios médicos, preenchimento de Imposto de Renda, do Imposto Territorial Rural e folhas de pagamento dos funcionários, além da realização de diversos cursos. “Também apresentamos vários ofícios a autoridades nacionais solicitando benefícios para a classe dos produtores”, declara.
Em defesa do produtor
Ao O Presente, o presidente reeleito diz que 2022 deve ser um ano de muito trabalho. “Sempre defenderemos as necessidades e demandas do produtor rural, sindicalizado ou não, e também traremos serviços e informações atualizadas”, afirma.
Por ser uma entidade organizada dentro da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), o Sindicato Rural “defende e representa agricultores e agropecuaristas em várias decisões que refletem dentro da porteira da propriedade do produtor rural. Ainda que, por muitos agricultores, essas entidades não sejam reconhecidas como batalhadoras na defesa dos interesses do agro”, menciona.
Bandeiras da entidade
Com relação às bandeiras da entidade, Chapla destaca que os próximos anos devem ser de atenção aos agricultores. “Primamos pela manutenção do novo Código Florestal que, por vezes, é desafiado a alterações, foi e segue sendo palco de discussões. Também defendemos a instituição do marco temporal de 1988 no que diz respeito às demarcações de áreas indígenas, em especial na nossa microrregião”, expõe.
Após muitas repercussões, o processo em questão foi suspenso por um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em setembro.
Chapla frisa que, por intermédio da Faep, uma liminar “paralisou as demarcações de áreas”.
O Presente