Religiosamente, a rondonense Fabiane Maria Minuzzi Wild encontra um tempinho entremeio à rotina corrida para se dedicar às suas kombuchas: a fonoaudióloga tem um compromisso semanal com sua produção kombucheira para consumo próprio. “Há certo prazer em produzir e oferecer à minha família algo assim. Não tem conservantes e é muito saudável, além de saboroso”, comenta ao O Presente.
A rondonense diz que a parte mais complicada é o começo da produção, mas que depois ela segue sem muitos esforços. “Na primeira vez você tem que fermentar e acertar o primeiro chá, limpar as ‘bolachas’. Ao longo de todo processo a higienização de potes e garrafinhas é constante e a cada semana a produção é renovada”, conta.
Para ela, uma das propriedades mais notáveis da bebida é o auxílio na digestão e no funcionamento intestinal. “Trabalha o estômago, suco gástrico e faz uma limpeza no organismo. É muito saudável e saborosa”, reitera.

Saudável, suficiente e similar ao espumante, é dessa maneira que a rondonense Fabiane Maria Minuzzi Wild vê a kombucha: “Há certo prazer em produzir e oferecer à minha família algo assim” (Fotos: Divulgação)

SIMILAR AO ESPUMANTE
A produção caseira e artesanal, mesmo que precise de esmero, gera um produto que, conforme Fabiane, é preferível ao industrial. “Ela é mais gostosa e tem um sabor firme: não é doce, é suficiente. Aqui em casa, preferimos a kombucha com suco de uva misturado ao chá fermentado de hibisco”, comenta, emendando: “Parece um espumante, porque faz muitas bolhas”.
O Presente