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Marechal PR-467

Em visita à Serrinha do Bellé, comitiva estadual analisa possíveis intervenções no local 

(Fotos: Sandro Mesquita/OP)
  • (Fotos: Sandro Mesquita/OP)

O diretor-geral da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (SEIL), José Brustolin Neto, e o superintendente regional do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), Charlles Urbano Hostins Júnior, visitaram na tarde desta quarta-feira (13) o trecho da PR-467, em Marechal Cândido Rondon, conhecido como Serrinha do Bellé.

O local tem sido palco de inúmeros acidentes, muitos deles com vítimas fatais. Foi tema, inclusive, de reportagem de capa do Jornal O Presente, no último dia 09.

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O encontro contou com a presença de lideranças rondonenses e aconteceu a pedido do deputado estadual e líder do governo na Assembleia Legislativa, Hussein Bakri.

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O objetivo foi avaliar a trafegabilidade na rodovia e analisar possíveis intervenções no local para evitar novos acidentes.

Segundo Brustolin, uma das alternativas seria a implantação de radares, sobretudo por conta de muitos acidentes acontecerem devido ao excesso de velocidade. “Acredito que a presença de um radar no local seria a melhor solução, pois ajudaria no controle da velocidade, principalmente no trecho em declive”, comentou.

Outros pontos abordados na ocasião pelo diretor-geral da SEIL foram sobre as sinalizações horizontais e a readequação ou fechamento dos acessos às propriedades rurais em ambos os lados da rodovia, considerados irregulares. “Iremos melhorar ainda mais a sinalização, mas também precisamos proporcionar mais qualidade a esses acessos”, ressaltou.

Conforme o superintendente regional do DER-PR, responsável pelo trecho, é prematuro afirmar o que será feito no local para resolver a situação. “Dá para trabalhar com marginais e com desníveis, por exemplo, mas estamos buscando a solução ideal”, mencionou.

Para Hostins Júnior, a instalação de redutores de velocidade, como radares, é uma alternativa, contudo, na opinião dele, paliativa e que não impediria os acidentes de seguirem acontecendo. “A nossa preocupação é que em uma situação de conversão proibida, o motorista que segue pela rodovia não consiga frear o veículo a tempo de evitar o acidente”, salientou.

Outra questão mencionada pelo superintendente do DER-PR foi o calçamento de cascalho existente na margem da rodovia e a presença de água que escorre por um dos acessos em dias chuvosos, o que, segundo ele, pode provocar o descontrole da direção e causar acidentes. “Os acessos são irregulares e se for necessário teremos que fechá-los. Estamos procurando alternativas para não prejudicar ninguém, mas precisamos encontrar meios de dar mais segurança a quem utiliza a rodovia”, afirmou.

De acordo com Hostins Júnior, as intervenções no local devem começar após a manutenção do pavimento da rodovia, prevista para acontecer ainda este ano.

 

O Presente

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