Em alusão ao Dia das Comunicações, celebrado em 05 de maio em homenagem ao patrono Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, a administração municipal rondonense promove um evento nesta quinta-feira (02).
O evento, que está em sua 2ª edição, terá início às 09 horas, na entrada norte do paço municipal, em frente à Praça Willy Barth. A programação contará com a presença da tropa da 15ª Companhia de Comunicação Mecanizada, da Brigada de Infantaria Mecanizada do Exército Brasileiro, com sede em Cascavel. Estudantes e bandas marciais de Marechal Rondon também estarão presentes. O evento é aberto a toda a população.
Também participarão da programação crianças do Projeto Curumim de Diamante D’Oeste e Itaipulândia e a banda de música da Companhia de Comando da 15ª Brigada de Infantaria Mecanizada.
Em caso de chuva o evento ocorrerá no Centro de Eventos do Parque de Exposições.
Dia das Comunicações
A Arma de Comunicações celebra, no dia 5 de maio, o nascimento de seu ilustre patrono, o Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon. Ele nasceu em 1865, em Mimoso (MT). Foi criado por seu tio, um capitão da Guarda Nacional. Em 1881, ingressou no 2° Regimento de Artilharia a Cavalo. Estudou na escola militar do Rio de Janeiro, onde incorporou Rondon ao seu nome.
Foi nomeado chefe do Distrito Telegráfico do Mato Grosso e designado para a Comissão de Linhas Telegráficas. Nessa mesma época, Em 1º de fevereiro de 1892, casou-se com Francisca Xavier, com quem teve sete filhos. Rondon cumpriu suas missões percorrendo mais de 100 mil quilômetros, abrindo caminhos, desbravando terras longínquas, lançando cerca de 5,7 mil quilômetros de linhas telegráficas, mapeando parte do território nacional e, principalmente, estabelecendo os primeiros contatos com tribos indígenas. Sua consciência social serviu de inspiração para a criação do Serviço de Proteção ao Índio.
Marechal Rondon participou ativamente da Revolução de 1924. O sertanista e desbravador foi quem instalou o Quartel-General em Ponta Grossa (PR), em outubro daquele ano. De lá, e em Santa Catarina, comandou as tropas que combateram os revoltosos empenhados em depor o presidente da época, Artur Bernardes.
Seu pacifismo sempre falava mais alto, o que o fez demonstrar superioridade de seus homens sem ter que derramar sangue. Finalizou a campanha em junho de 1925.
Com assessoria