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Marechal

Guilherme e Louise vão representar estudantes rondonenses na viagem a MG

calendar_month 23 de fevereiro de 2019
2 min de leitura

Guilherme Pauli Granich e Louise Fernanda Rosa Frohaüf, ambos com 15 anos e alunos do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Rui Barbosa, de Marechal Cândido Rondon, foram os escolhidos para vivenciar de perto a realidade de Brumadinho, que hoje tenta se reconstruir a passos lentos após a devastação com o rompimento da barragem, e levar a eles um pouco da solidariedade e carinho cultivados em cartas escritas por estudantes do município. Eles integram a comitiva rondonense, formada por professores e direção da Escola Municipal Érico Veríssimo e do Colégio Rui Barbosa, que viaja segunda-feira (25) para Minas Gerais para entregar pessoalmente cartas para os alunos e famílias do Córrego do Feijão”.

Para os dirigentes dos estabelecimentos de ensino, as doações de mantimentos, roupas e produtos de limpeza são muito importantes, mas, para crianças, amor e carinho também são fundamentais. E como muitos pequenos perderam familiares, tanto o Colégio Rui Barbosa quanto a Escola Érico Veríssimo decidiram promover um projeto de produção de cartas para essas crianças e famílias.

O projeto se estendeu a todas as turmas dos dois educandários, desde maternal até o 3º ano do Ensino Médio, e ao final de duas semanas de trabalho aproximadamente 900 cartas foram produzidas, todas carregadas de preocupação, consolo e esperança.

“Pelo fato de ser muito triste a realidade deles, a gente quer basicamente espalhar amor e carinho para eles que, infelizmente, tiveram muitas perdas. Acredito que com nosso apoio e auxílio seja possível dar uma reestruturada na tamanha perda que eles tiveram”, declara Guilherme.

Louise, por sua vez, pretende levar conforto aos sobreviventes da tragédia. “A gente sabe que só com um pouco de carinho podemos dar mais esperança para eles. Mas a realidade que vamos encontrar vai ser muito diferente do que vemos na TV. Ali não vemos nem metade do que realmente ocorreu”, avalia.

Os adolescentes dizem ter uma pequena ideia do que vão encontrar, mas nada irá superar o encontro real. “Acho que é muito bom a gente entregar pessoalmente do que entregar por correio de uma forma meio indireta”, diz Louise. “Às vezes, por carta a gente não consegue transmitir a mesma emoção que seria pela sua voz, o no olho e um abraço, por isso é muito melhor pessoalmente”, ressalta Guilherme.

 

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