Visando o aumento da proteção de todos os brasileiros contra a Covid-19, o Ministério da Saúde passou a recomendar desde segunda-feira (20), a redução no intervalo de cinco para quatro meses entre a segunda e a terceira doses.
A partir deste anúncio, os municípios aguardavam orientações da Secretaria de Estado de Saúde. Norma técnica foi encaminhada na manhã desta terça-feira (21), informando sobre a alteração e orientando de como o trabalho deverá ser realizado.
O reforço poderá ser aplicado em qualquer pessoa maior de 18 anos que tenha recebido as duas doses de vacina, respeitando o prazo mínimo dos quatro meses após a segunda aplicação.
Conforme orientação, a vacina da Pfizer será utilizada para a terceira dose em pessoas vacinadas com as marcas Coronavac, AstraZeneca/Recombinante e Pfizer. A opção por essa vacina levou em consideração o aumento da resposta imunológica no esquema heterólogo. De maneira alternativa, os imunobiológicos da Janssen e AstraZeneca também poderão ser utilizados na dose de reforço.
Inicialmente destinada a ser de aplicação única, a vacina da Janssen também deverá ser reforçada. Quem a recebeu entre dois e seis meses atrás pode receber a dose de reforço. Nesse caso, o imunizante utilizado deverá ser do mesmo fabricante.
Mulheres que receberam o imunizante Janssen ou Astrazeneca/Recombinante e no momento estão gestantes ou puérperas, devem utilizar como terceira dose o imunizante da Pfizer. A dose de reforço, porém, deverá ser administrada 5 meses após a segunda dose.
Indivíduos imunocomprometidos, acima de 18 anos, devem receber o reforço quatro meses após a dose adicional.


Com assessoria