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Marechal Rondon deve ganhar 1ª escola cívico militar na rede municipal de ensino em 2024

Instituição escolhida, se aprovada pela comunidade escolar, receberá adequações, tanto documental quanto estrutural


calendar_month 23 de abril de 2023
3 min de leitura

Durante entrevista ao Jornal O Presente, na quinta-feira (20), o secretário de Educação de Marechal Cândido Rondon, Fernando Volpato, revelou um projeto novo que a pasta está trabalhando e pretende tirar do papel em 2024, se tudo der certo.

Trata-se da implementação de uma escola cívico militar na rede municipal de ensino.

“Ontem (quarta-feira, 19), estive em Arapongas, 1º município do Paraná que implementou uma escola cívico militar na rede municipal de ensino. Até então só tínhamos na rede estadual. Conversei com o prefeito de lá um tempo atrás. Há poucos dias recebi a visita de um major da Vila Militar de Curitiba, com o coronel Welyngton (Alves da Rosa, secretário de Mobilidade). Ele trouxe o projeto para nós, achamos bacana, e ontem (quarta-feira) fui conhecer a escola em Arapongas. Sensacional o projeto que eles têm lá. As crianças todas fardadas, bonitinhas, com a presença de militares de reserva dentro da escola, que estão lá para auxiliar os professores, a coordenação e a direção na questão disciplinar. Têm umas questões específicas que cabem a eles, há uma divisão de tarefas. Achamos muito bacana a ideia, e quando estávamos retornando de Arapongas fomos surpreendidos com a informação de que o Governo do Estado marcou para terça-feira (25) uma reunião sobre implementação de escolas cívicos militares nos municípios do Paraná. Então, estamos aí, dando uns passinhos junto com o governo estadual”, mencionou.

Conforme Volpato, a intenção é implantar a primeira escola cívico militar no município em 2024. “Se for vontade do prefeito, vamos fazer as adequações, tanto documental quanto estrutural. A ideia é pegar uma escola que já existe. Temos ideia de algumas escolas que caberiam nesse projeto, mas assim que a gente decidir com o prefeito, sobre a implementação ou não, nós vamos marcar uma assembleia e a comunidade escolar é que vai decidir se quer a escola ou não. Vamos apresentar o projeto e a comunidade escolar, professores e pais, vão decidir. Se eles falarem que não querem a escola lá, nós não vamos fazer, e partimos para uma próxima. Agora, se for vontade da maioria, aí nós vamos implementar”, expôs.

De acordo com o secretário de Educação, para a mudança serão necessárias adequações de currículo e da parte documental junto ao Núcleo Regional de Educação. “E tem também a questão do uniforme, que nós vamos ter que fazer uma licitação específica para adquirir o fardamento que eles utilizam”, ressalta.

Assista à entrevista na íntegra:

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