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Marechal O Presente nas Escolas

Premiado em concurso de oratória, Colégio Estadual Monteiro Lobato se destaca pelo incentivo aos alunos

(Foto: O Presente)

“O Presente nas Escolas”

O projeto “O Presente nas escolas” tem a finalidade de aproximar leitores e internautas do contexto escolar, envolvendo professores e alunos de instituições públicas e particulares de Marechal Cândido Rondon, oportunizando espaço para pontos de vista e exposição de temas atuais e pontuais voltados à educação. A cada semana há a participação de um educandário. Confira!

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Com seus 32 anos de funcionamento, o educandário tem como diretor Cloecir Dos Santos Ribeiro. A entrevista dessa semana contou com a participação da professora de História, Neiva Salete Kern Maccari, e da aluna Isadora de Oliveira, que estuda no 8º ano B do Ensino Fundamental

O Colégio Estadual Monteiro Lobato fica localizado no Bairro Primavera e oferta os ensinos Fundamental e Médio. Atualmente, o educandário possui aproximadamente 230 alunos matriculados. A equipe de funcionários e professores totaliza 50 pessoas.

A instituição iniciou suas atividades em janeiro de 1987, compartilhando suas instalações com a Escola Municipal 25 de Julho, o que aconteceu até dezembro de 2015. “A unidade nova do Colégio Monteiro Lobato foi entregue em janeiro de 2016, após dois anos de construção, e mais de 20 anos de espera. A partir desse ano passamos a ofertar o Ensino Médio”, conta o diretor Cloecir Dos Santos Ribeiro.

Em 2017, o Monteiro Lobato completou 30 anos de funcionamento, comemorados com um evento realizado nas dependências da escola com a presença de ex-diretores, professores, funcionários e diversas autoridades, e show com a Banda Municipal de Sopros. “Essa comemoração ficou marcada para a história do colégio”, afirma Cloecir.

 

PROJETOS EM DESTAQUE

O Colégio Estadual Monteiro Lobato se destaca pelos projetos desenvolvidos com os alunos e com a comunidade visando incentivar os educandos em diversos aspectos e áreas de ensino. Com os projetos, há também a aproximação da comunidade com o cotidiano e a vivência escolar.

Dentre as iniciativas, o diretor destaca a que reconhece o melhor leitor do trimestre, por meio do qual o projeto premia o aluno que mais leu livros no período. “Esse prêmio é um livro a escolha do aluno. O projeto é uma forma de incentivar os alunos a lerem cada vez mais, pois o colégio possui um acervo com mais de 1,4 mil volumes”, menciona.

Além desse prêmio como incentivo à leitura, há também o projeto de leitura diária, que é desenvolvido pelos professores após o intervalo, disponibilizando 15 minutos da aula para leitura. A biblioteca também oferece um ambiente para os alunos se sentirem mais à vontade.

A instituição de ensino promove a cada dois anos a Feira de Ciências, Arte e Cultura, com exposições e apresentações de trabalhos desenvolvidos pelos alunos, ocasião em que outras escolas do município são convidadas para visitar a feira. “A última foi em 2018 e obtivemos grande sucesso e elogio de todas as escolas visitantes. Nesse ano tivemos a mostra de trabalhos interna, que foi aberta aos pais e alunos”, aponta o diretor.

O projeto ser voluntário, em que os alunos produziram almofadas de fuxico, teve como objetivo desenvolver a arte de bordar e costurar manualmente, além da promoção do sentido de solidariedade. As almofadas foram doadas ao Asilo Lar dos Idosos Rosas Unidas.

Diretor do Colégio Monteiro Lobato, Cloecir Dos Santos Ribeiro: “A unidade nova foi entregue em janeiro de 2016, após dois anos de construção e mais de 20 anos de espera” (Foto: O Presente)

 

FUNÇÃO SOCIAL

A professora de História, Neiva Salete Kern Maccari, atua como docente há 25 anos e há quatro está no Monteiro Lobato. Ela conta que o colégio, por sua localização mais distante do centro, acabou se tornando parte da comunidade, até mesmo para aqueles que não têm mais seus filhos estudando no local. Segundo a docente, muitas pessoas procuram o educandário para pedir informações, fazer impressões, cópias, pedir conselhos. “O colégio tem essa função social, porque os pais não vêm buscar somente referência dos filhos, mas buscam a escola para outros serviços também”, aponta. “O Colégio Monteiro Lobato não fica somente entre os muros, mas transcende esse espaço”, reforça.

Neiva ainda aponta que o colégio é uma referência para a vida das famílias. Além dos serviços, a instituição oferece atividades para toda a comunidade escolar, como aulas de danças, projetos de leitura de livros, bem como aulas preparatórias para o Enem e vestibulares. “Todas essas atividades são abertas para a comunidade escolar do nosso bairro”, enaltece.

Professora Neiva Salete Kern Maccari: “Hoje o celular se tornou algo indispensável, não tem mais como fugir. Quem ficou bastante resistente agora tem que se reinventar” (Foto: O Presente)

 

AS NOVAS TECNOLOGIAS

Estamos imergidos em um mundo em que o digital está presente na vida de todos. O conteúdo encontrado nos livros didáticos já não é mais o suficiente para suprir as demandas da educação atual. O computador, celular e os meios eletrônicos se tornaram uma ferramenta para ampliar o conhecimento.

De acordo com a professora, no primeiro momento, quando a tecnologia se tornou mais popular e o acesso foi facilitado, se tornou um recurso didático. “No início tivemos dificuldades em lidar com isso. Por vezes aconteciam embates em sala de aula. Até nós, professores, necessitamos nos aprimorar para planejar nossas aulas, para usar essa tecnologia com eficiência, como algo que venha nos auxiliar”, afirma.

Neiva expõe que tudo o que é novidade em um primeiro momento causa espanto. “No nosso colégio vejo que hoje está sendo bastante usada. Os alunos têm seus celulares cadastrados e quando os professores querem usar para pesquisas em sala de aula, é feita a liberação por meio de uma senha e o celular passa a ser utilizado dentro de sala de aula. Hoje o celular se tornou algo indispensável, não tem mais como fugir. Quem ficou bastante resistente agora tem que se reinventar”, opina.

Segundo ela, no início até as próprias escolas não estavam preparadas com equipamentos para as novas tecnologias, e aos poucos as instituições de ensino estão indo além do livro didático. “Enriquece muito mais o ensino e a visualização do conteúdo”, finaliza Neiva.

 

UM AMBIENTE DE PAZ E CONFORTO

A aluna Isadora de Oliveira tem 13 anos e estuda no 8º ano B. Para ela, a escola representa o futuro. A adolescente conta que o educandário a permitiu perder a vergonha que tinha de falar em público e se expressar.

Isso fez com que ela alcançasse o objetivo de ser presidente do Grêmio Estudantil. “A escola sempre me deu forças. Principalmente aqui no Monteiro Lobato, sempre tive o apoio e me deixa muito feliz saber que o que eu faço pode fazer um bem para a escola”, relata.

Para Isadora, o ambiente escolar oferece paz e conforto, pois é um ambiente onde se criam laços com colegas e professores, além da criação de novas amizades.

Aluna Isadora de Oliveira, que presidente o Grêmio Estudantil do Monteiro Lobato: “A escola sempre me deu forças, principalmente aqui. Sempre tive o apoio e isso me deixa muito feliz em saber que o que eu faço pode fazer um bem para a escola” (Foto: O Presente)

 

O GRÊMIO ESTUDANTIL

A jovem é a atual presidente do Grêmio Estudantil e, segundo ela, o grupo está desenvolvendo várias atividades focadas no desenvolvimento psicológico de cada aluno. “Tentamos desenvolver atividades para que eles se sintam bem com eles mesmos, para mostrar que eles podem vencer todos os problemas e vencerem na vida. A gente sempre tenta fazer muitas atividades voltadas para esse enfoque”, aponta.

Por esse motivo, Isadora pensa em cursar Psicologia no futuro. “Eu gosto muito de ver as pessoas bem, porque para mim todas elas me fazem muito bem. Então futuramente me vejo como uma psicóloga, porque acho o trabalho muito bacana”, enalteceu a aluna.

 

CONCURSO DE ORATÓRIA

Em junho deste ano a aluna participou de um concurso de oratória desenvolvido pela JCI – Junior Chamber International e relata que recebeu o apoio de toda equipe escolar e dos colegas, o que foi fundamental para o seu conhecimento de forma geral. A adolescente alcançou o 3º lugar. “Eu não quis ir lá por mim, mas quis ir pela minha escola e para mostrar que podemos caminhar juntos. O concurso foi sobre os estereótipos, então eu recebi o apoio da minha professora de Português.

Fomos trabalhando juntas por meses e foi muito bacana, não só por mim, mas pela minha escola, pois foi a primeira vez que participamos e foi muito gratificante. Essas experiências são coisas que fazem parte da vida escolar. Foi muito gratificante. Eu adorei”, finaliza Isadora.

 

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