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Marechal Psicomotricidade

Projeto do Colégio Martin Luther deve alçar instituição a novo patamar

(Foto: O Presente)

Há menos de um mês da inauguração do novo prédio do Colégio Evangélico Martin Luther, de Marechal Cândido Rondon, o pastor e diretor Ildemar Kanitz expande suas “metas ousadas” agora no âmbito da educação infantil e a construção de um novo espaço já se iniciou no início de dezembro.

Em entrevista ao Jornal O Presente, Kanitz reconhece este como um sonho antigo da instituição, inspirada no que acontece no continente europeu, onde os projetos educacionais envolvem o desenvolvimento psicomotor da criança.

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INVESTIMENTO

“Este é um projeto inovador, não é algo que as escolas daqui tenham. Estamos trazendo isso para o Paraná”, enaltece, completando que o investimento na construção e estrutura física gira em torno de R$ 150 mil. Neste montante, já estão em mãos R$ 80 mil arrecadados pela Associação de Pais, Mestres e Professores (APMF) e o restante será financiado pela escola, caso se faça necessário.

Outro investimento do Colégio Martin Luther está na formação do corpo docente. “Todos os professores já têm formação, mas agora nós vamos pagar para eles uma pós-graduação na área de psicomotricidade”, revela o diretor. Na contramão, o educador deve se dedicar, estudar e pesquisar mais, objetivando bons resultados com o projeto.

As obras devem ser concluídas até 2020, especificamente no mês de março. “Com esse espaço os alunos terão um espaço especial para exercitar o cérebro”, complementa Kanitz.

 

EMBASAMENTO CIENTÍFICO

A proposta pedagógica do novo espaço explorará a psicomotricidade da criança. “Existem pesquisas científicas que provam que o trabalho bem desenvolvido com a psicomotricidade, especialmente até os seis anos de idade, gera um resultado cognitivo muito melhor no jovem. Resumindo, você tem um ser humano mais inteligente. Claro, a criança também, mas especialmente depois da adolescência aparecem mais sinais do trabalho da psicomotricidade”, explica o dirigente.

Vale ressaltar que essa abordagem já é realizada nas escolas brasileira, contudo, não no mesmo nível que é na Europa. Tendo isso em vista, o colégio decidiu investir nessa prática como é feito no outro continente.

Trata-se de uma academia infantil que trabalhará não os músculos, mas sim o cérebro. “É cientificamente comprovado que com movimentos repetitivos e adequados à idade da criança proporcionam mais gordura envolvendo os neurônios, o que possibilita maior rapidez no pensamento. As sinapses ficarão mais ágeis”, expõe Kanitz.

 

AGRADECIMENTO

O diretor da instituição verbaliza o seu agradecimento a todos envolvidos no projeto: “Sou muito grato à equipe que tenho, aos pais e professores que adoraram a ideia. Vamos realmente fazer um projeto novo. Não são só brinquedos novos, não é só um espaço físico. É um espaço físico, mas com uma proposta pedagógica bem sólida e fundamentada cientificamente. Com isso, teremos bons resultados”.

 

(O Presente)

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