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Marechal "Cidade Segura"

Rede de monitoramento pode abranger o interior rondonense

Presidente do Sindicato Rural, Edio Chapla: “Em Palotina os produtores possuem câmeras interligadas ao sistema e acreditamos que o produtor rondonense que tiver disponibilidade poderia fazer o mesmo” (Foto: Divulgação)

Integrantes do Conselho Comunitário de Segurança Pública (Conseg) de Marechal Cândido Rondon, representantes do Sindicato Rural e membros da prefeitura se reuniram, recentemente, para discutir sobre a rede de monitoramento que deve ser implantada no município em breve. No momento, o projeto se encontra em fase de estudos.

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Denominado “Cidade Segura” e implantado pioneiramente em Palotina, o sistema de monitoramento prevê a instalação de câmeras de segurança na malha viária urbana, além de permitir que munícipes interliguem câmeras. No município palotinense, os resultados da medida foram de brilhar os olhos: diminuição de 81% nos roubos e aumento de 100% nas apreensões de tráfico.

De acordo com o presidente do Conseg, Victor Morel, as informações repassadas indicam que o projeto tem avançado e em breve deve beneficiar a comunidade. “É uma iniciativa louvável. Além de diretamente aumentar a segurança da comunidade, isso vai auxiliar na elucidação de crimes e ajudar as forças de segurança do município”, enaltece.

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Morel relata que, bem como no município pioneiro do projeto, os resultados do “Cidade Segura” em Marechal Rondon devem surpreender e, por parte do Conseg, a torcida é para que seja efetivado o mais rápido possível.

Presidente do Conseg, Victor Morel: “É uma iniciativa louvável. Além de diretamente aumentar a segurança da comunidade, vai ajudar na elucidação de crimes e auxiliar as forças de segurança do município” (Foto: Divulgação)

 

PROPAGAÇÃO

No que diz respeito ao papel da entidade no projeto, o dirigente afirma que os conselheiros atuarão como divulgadores da iniciativa, incentivando as pessoas a aderirem ao “Cidade Segura”, quando este estiver implantado. “O Conseg pode contribuir por meio de campanhas de conscientização para as pessoas compreenderem a importância de aderirem ao monitoramento do município. Ajudaremos também nas manutenções, se for necessário, e no que estiver ao nosso alcance”, pontua.

Nesse sentido, o Conseg convidou o Sindicato Rural para que ficasse por dentro do projeto, haja vista que, como acontece em Palotina, propriedades rurais também podem integrar câmeras ao sistema.

 

SEGURANÇA DE MAQUINÁRIOS

Maquinários caros, veículos atrativos e propriedades desprotegidas e distantes. Os termos não combinam e, quando se unem, tornam-se um atrativo aos criminosos. De acordo com o presidente do Sindicato Rural, Edio Chapla, as propriedades possuem maquinários cada vez mais valorizados e precisam do reforço na segurança. “Percebemos que muitas propriedades já possuem esse sistema de monitoramento. No decorrer dos anos, o número de produtores que decidirá instalar o sistema de monitoramento deve aumentar, visto que muitas atividades exigem tal medida”, menciona ao O Presente.

 

CAMINHONETES NA MIRA

A palavra é prevenção, aponta Chapla, visto que o frequente patrulhamento da Polícia Militar nos distritos por vezes coíbe a ação de criminosos e os boletins de ocorrência não costumam apresentar muitos registros em área rural. “Além disso, ao perceber as câmeras de segurança na propriedade, o meliante recua de qualquer tipo de assalto”, considera.

Por outro lado, percebe-se um número considerável de roubo de caminhonetes, com casos registrados no interior. “Os veículos são alvos frequentes dos criminosos. No meio urbano também acontece, mas as propriedades, por serem isoladas, dão maior liberdade aos elementos”, pontua.

 

CÂMERAS NO INTERIOR

A partir da participação da reunião do Conseg, Chapla diz que pretende realizar um levantamento das propriedades que possuem câmeras de segurança no município ou que tenham interesse de instalar, de olho na possibilidade destes equipamentos passarem a integrar o sistema “Cidade Segura”.

“Em Palotina os produtores possuem câmeras interligadas ao sistema e acreditamos que o produtor rondonense, que tiver disponibilidade, poderia fazer o mesmo. Não que cada agricultor vai obrigatoriamente interligar a vigilância ao sistema, mas é algo que precisa ser comunicado e estudado”, entende, mencionando que os aparelhos podem ser posicionados estrategicamente e ajudar na detecção de movimentos a afins.

 

DADOS DO PROJETO

A rede de monitoramento em Marechal Rondon deve contar com cerca de 300 câmeras de segurança. Além da instalação, resta a municipalidade definir um local para colocar monitores e material humano para vigilância. Com esses pontos definidos e concretizados, será possível levantar a quantidade de munícipes interessados em conectar aparelhos ao sistema.

 

O Presente

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