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Marechal Aprovação unânime

Rondonense é eleito presidente nacional do Senado JCI Brasil 2022

Gilson Metz: “O Senado faz com que eu reviva aquele tempo intenso que vivi dentro da JCI, com cargos, funções, viagens e oportunidades. É uma forma de retribuir a organização por tudo aquilo que me oportuniza e proporcionou ao longo de tantos anos” (Foto: Divulgação)

O rondonense Gilson Metz foi eleito presidente nacional do Senado JCI Brasil 2022 durante a 24ª Convenção do Senado JCI Brasil, realizada no município de São Miguel do Oeste, em Santa Catarina, no fim de semana.

Com candidatura única, ele foi eleito em votação unânime no evento. “Significa muito assumir esta posição, porque o Senado é formado por pessoas com muita experiência. Em sua maior parte, são empresários e profissionais exitosos em suas carreiras. Então, é uma responsabilidade ainda maior liderar pessoas que já são líderes”, destacou.

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Em entrevista ao O Presente, Metz expôs que é papel do Senado JCI prestar apoio à organização, estar junto e auxiliar nos bons e maus momentos. “Esse é o nosso papel e assim queremos nos posicionar durante a gestão”, assegura. Confira a entrevista.

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O Presente (OP): Sua eleição como presidente já era esperada ou foi uma surpresa?

Gilson Metz (GM): Minha eleição para presidente nacional não foi uma surpresa, porque acontece por meio de indicação e o nome precisa ser apresentado antes da assembleia. Há um prazo legal para a candidatura e, inclusive, todos os membros que fazem parte da Junta Diretiva Nacional precisam ser aprovados em assembleia, como foram. Houve uma negociação para que não houvesse confronto. Ou seja, o meu nome foi apresentado na convenção e aprovado por unanimidade por todos os presentes.

 

OP: Depois de tantos anos em cargos de expressão na JCI, como você se sente em assumir este novo compromisso?

GM: O amor e o sentimento de gratidão a essa organização são tão fortes que mesmo tendo passado por vários cargos e experiências, tanto nacionais quanto internacionais, sigo grato às portas que a JCI me abre, como essa representação. O sentimento é de rejuvenescimento. O Senado faz com que eu reviva aquele tempo intenso que vivi dentro da JCI, com cargos, funções, viagens e oportunidades. É uma forma de retribuir a organização por tudo aquilo que me oportuniza e proporcionou ao longo de tantos anos.

 

OP: O que significa para você ser eleito presidente nacional do Senado JCI? Quais são os desafios pela frente?

GM: Significa muito assumir esta posição, porque o Senado é formado por pessoas com muita experiência. Em sua maior parte, são empresários ou profissionais exitosos em suas carreiras. Então, é uma responsabilidade ainda maior liderar pessoas que já são líderes. Isso aumenta o desafio, mas vejo isso como uma grande oportunidade de aprendizado e de evolução. É renovação e inovação, porque essa posição faz com que nos reinventemos enquanto pessoa e líder. É um meio para utilizar na organização todas as vivências e experiências que me foram proporcionadas pela JCI e Senado, o que já venho empregando em minha própria atividade profissional.

 

OP: Quais são as expectativas para a gestão 2022?

GM: As expectativas são muito positivas. Pretendo fazer um trabalho de fortalecimento do Senado no Brasil, reencontrando senadores e formando clubes em todas as organizações locais. Temos encontrado senadores espalhados por todo o território nacional: no Ceará, na Paraíba, em Brasília e, principalmente, inúmeros nas regiões Sul e Sudeste. Estamos tentando resgatar essas pessoas para que façam parte do Senado JCI Brasil, seja on-line ou presencialmente, e partilhem seus conhecimentos e experiências. O papel do Senado sempre foi, desde a sua concepção, um apoio da JCI, conhecida como uma escola de formação de lideranças. Os jovens buscam a organização para se desenvolver em termos de oratória, liderança e empreendedorismo. Enquanto isso, no Senado reunimos pessoas que já têm um legado importante. Estamos juntos dando suporte, sustentabilidade, ajudando a reunir recursos e juntos nas dificuldades e oportunidades que a JCI oferece. Esse é o nosso papel e assim queremos nos posicionar durante todo o ano de 2022.

 

OP: O mandato tem alguma prioridade?

GM: A prioridade será a concessão de novos títulos de senadores pelas organizações locais para que o Senado se fortaleça. Outro ponto é a organização de mais clubes do Senado pelo Brasil, fazendo com que a gente fortaleça também a JCI e suas organizações locais, sejam aquelas que têm dificuldades ou para a valorização daquelas que têm feito um bom trabalho. O Senado é, muitas vezes, o alicerce e o apoio que a JCI precisa para crescer e se desenvolver.

 

OP: A próxima Convenção Nacional da JCI será em Marechal Rondon. O Senado terá algum papel especial neste evento?

GM: A Convenção Nacional em Marechal Rondon foi uma grande coincidência e será algo espetacular. Vamos ter oportunidade de mostrar a força da nossa organização, a união dos membros, o espírito de liderança e o engajamento que existe entre eles. Obviamente, vamos mostrar as belezas do nosso município e trazer senadores de todo o Brasil para Marechal Rondon. Desde já estamos fazendo o trabalho de inscrições prévias e as pessoas estão nos procurando. Acredito que teremos muitas pessoas prestigiando nosso município. Coincidentemente, será no encerramento da minha gestão e, certamente, fechará com chave de ouro. Teremos a presença de amigos, familiares e autoridades para mostrar o que é o juniorismo, suas virtudes, capacidades e valores, difundindo-os entre mais jovens.

 

OP: Qual é o seu sentimento, diante de tantas oportunidades que a JCI já lhe proporcionou?

GM: Tenho muita gratidão à JCI de Marechal Rondon e ao clube do Senado rondonense, porque todas as oportunidades individuais que a JCI me proporcionou até hoje foram fruto desse apoio e incentivo coletivo. A gente se beneficia enquanto pessoa das oportunidades, mas é para a organização que a gente trabalha e representa. O coletivo sempre é prioridade em detrimento do individual. Então, fico muito feliz por representar Marechal Rondon em um cargo de tanta responsabilidade, de coordenar e estimular os senadores de todo o Brasil. Esperamos fazer um bom trabalho para que nosso município continue sendo referência no juniorismo e tenha uma referência em um cargo em nível nacional com essa oportunidade que está sendo dada a mim.

Presidente do Senado JCI Brasil 2022, rondonense Gilson Metz: “A gente se beneficia enquanto pessoa das oportunidades, mas é para a organização que a gente trabalha e representa. O coletivo sempre é prioridade em detrimento do individual”

 

Gilson Metz: “O Senado faz com que eu reviva aquele tempo intenso que vivi dentro da JCI, com cargos, funções, viagens e oportunidades. É uma forma de retribuir a organização por tudo aquilo que me oportuniza e proporcionou ao longo de tantos anos”

 

SENADO JCI BRASIL

O Senado JCI Brasil é uma organização que congrega todos os senadores e sêniors da JCI nacional. “Senadores são pessoas que receberam um título por relevantes serviços prestados ao longo dos anos. São reconhecimentos por vivências, experiências e doação de tempo e habilidades à JCI. Sênior é quem tem vivências na organização, porém ainda não ganhou o título senador”, explica Metz.

 

JUNTA DIRETIVA

Além de Gilson Metz, outros dois rondonenses estão na Junta Diretiva do Senado. Trata-se de Neilor Thomas, como tesoureiro nacional, e Rosemari Lamberti, como diretora da Convenção Nacional do Senado. Na foto, parte da junta diretiva nacional da gestão 2022.

(Fotos: Divulgação)

 

O Presente

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