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Segundo LIRAa deste ano revela índices preocupantes da dengue em Marechal Rondon

Liderança é ocupada pelo estrato 4, com 7,4%. Menor percentual está no estrato 2, que soma 2,5%


calendar_month 3 de março de 2023
2 min de leitura

Os números relativos ao 2º Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti (LIRAa) deste ano foram divulgados nesta manhã de quinta-feira (02), pela Secretaria de Saúde de Marechal Cândido Rondon.

Houve 1.646 imóveis vistoriados na sede do município, com 103 tubitos coletados, dos quais foram encontrados 101 focos para o mosquito Aedes Aegypti (agente transmissor da dengue), um para Aedes Albopictus e um para outra espécie.

O Índice de Infestação Predial (IIP) foi de 5%, enquanto o Índice de Breteau (IB), que se refere ao número de depósitos positivos por cada 100 imóveis pesquisados, somou 6,2%. A comparação vale para o Aegypti.

No tocante ao Albopictus, o IIP alcançou 0,1%, mesmo resultado do IB.

Ambos os mosquitos são responsáveis pela transmissão de dengue, febre chikungunya e zika vírus.

Estratos

O resultado mais complicado está no estrato 4, com 7,4%, que abrange os seguintes bairros: Ecológico, Floresta, Líder e São Francisco. Em 2º lugar aparece o estrato 5, que soma 7,2%, respectivamente no Augusto, Barcelona, Higienópolis e Higienópolis I, além do Primavera.

Em 3º lugar está o estrato 3, que contempla o Ana Paula, São Lucas e Torres, cujo índice alcançado é de 5,4%. O estrato 1, com 5,2%, do Centro 1 e Centro 2, ocupa a 4ª posição. Já o 5º lugar fica com o estrato 6, no Alvorada e Alvorada I, Botafogo, Espigão e Rainha, resultando em 4,5%.

O estrato 7, com 2,9%, no Botânico e Britânia, aparece em 6º lugar. O índice menos preocupante, contudo ainda assim alto, por somar 2,5%, encontra-se no estrato 7, integrado pelo Centro III, Parque Industrial III e Vila Gaúcha.

Cuidados

Conforme a pasta, a população deve redobrar os cuidados para evitar o surgimento de uma nova epidemia de dengue, como observar vasos de flores com pratos, bebedouros de animais, fontes de ornamentação, materiais depositados de maneira errada nas construções, além de pneus, calhas, lajes, toldos e lonas.

Outros locais que podem se tornar focos são as piscinas em construção e até mesmo nas prontas, em virtude de não serem tratadas de maneira correta. Somam-se cisternas, baldes, caixas d’água, outros recipientes usados para coletar água da chuva, demais lixos e inservíveis acumulados, como plástico e potes, garrafas, latas e sucatas depositados de maneira errada nos quintais.

Na quarta-feira (1º), inclusive, a Secretaria de Saúde confirmou o primeiro caso de febre chikungunya em Marechal Rondon.

Com assessoria

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