A experiência de Daltro Fiori na estrada ajuda a mostrar o perfil de quem movimenta o turismo sobre rodas. No verão 2025/26, ele e um grupo de amigos saíram de Marechal Cândido Rondon para uma viagem de 23 dias que somou 5.080 quilômetros. Foram seis veículos, uma Kombi, uma Sprinter, dois motorhomes de pequeno porte e dois motorhomes de grande porte, com 13 metros de comprimento, levando ao todo 17 pessoas.
O roteiro passou por Presidente Epitácio (SP), Belo Horizonte, Capitólio, Serra da Canastra, Vale do Aço, Brumadinho e Teófilo Otoni, em Minas Gerais, antes de seguir para a Bahia, com paradas em Santa Cruz Cabrália, Porto Seguro, Caminho de Moisés e no centro histórico de Porto Seguro. Sem excessos, a viagem resume bem a lógica do turismo sobre rodas: deslocamentos longos, várias paradas ao longo do caminho e escolha criteriosa dos locais de apoio e pernoite.
Entre todos os pontos visitados, Fiori destaca um em especial. “O camping em Prado, na Bahia, foi o melhor. Organizado, fechado, infraestrutura maravilhosa e de frente pro mar aberto”, relata. A avaliação reforça o que esse público procura Brasil afora: mais do que paisagem, o viajante de motorhome valoriza estrutura, segurança, organização e a possibilidade de aproveitar o destino com praticidade.
Confira alguns registro dessa experiência pra lá de especial.











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