O prefeito de Marechal Cândido Rondon, Marcio Rauber, a secretária municipal de Saúde, Marciane Specht, e o presidente da Associação Sangue Bom, empresário Wilmar Güttges, estarão em Curitiba na segunda-feira (30) para participar de uma reunião com o secretário estadual da Saúde, Beto Preto, e com o diretor do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), Nestor Werner Junior.
Na pauta está o pedido para instalação de uma unidade coletora de sangue no município, a exemplo do que já existe em Toledo.
De acordo com Güttges, essa é uma demanda antiga.
“Sempre vínhamos pleiteando a unidade coletora, mas o assunto se aprofundou somente ano passado quando conversamos com o assessor do deputado estadual Hussein Bakri (PSD), Luciano Scherer, tendo o apoio do prefeito e da secretária”, relembra.
Caso a Secretaria de Estado da Saúde confirme o investimento, a unidade coletora deve ser instalada junto ao Centro Integrado de Saúde (CIS), o antigo 24 Horas, que passa atualmente por reformas.
VILÃO DA DOAÇÃO
Na avaliação do empresário, o fluxo de doação de sangue vai melhorar muito em Marechal Rondon, tendo em vista que o grande entrave hoje é a necessidade de deslocamento a Toledo ou Cascavel. “As pessoas querem ajudar, mas o problema é ter que sair, perder meio dia de trabalho, o deslocamento. É o grande vilão”, afirma.
Güttges revela que somente na Associação existem hoje mais de 1,5 mil pedidos de sangue. “É um número extraordinário. Para atender a demanda de solicitação teríamos que arrumar 1,5 mil doadores”, exemplifica.

Maria Cristina Kunzler/O Presente