O Presente
Marechal

“Vamos batalhar para o decreto encerrar ou então para haver menos restrições”, diz Ricardo Leites

calendar_month 24 de março de 2021
3 min de leitura

O presidente da Associação Comercial e Empresarial de Marechal Cândido Rondon (Acimacar) e empresários que integram o Núcleo de Gastronomia da entidade estiveram reunidos na tarde de segunda-feira (22) com o prefeito Marcio Rauber com o objetivo de encontrar alguma forma de que lanchonetes e restaurantes possam trabalhar após as 20 horas. Além disso, foi tratado sobre a possibilidade da abertura nas manhãs de sábado de empresas de atividades consideradas não essenciais.

Em entrevista ao O Presente, o presidente da Acimacar, Ricardo Leites de Oliveira, destacou que na reunião de ontem ele e os proprietários de restaurantes e lanchonetes conversaram com o prefeito para ver o que é possível fazer quanto à flexibilização dos horários para que essas empresas possam trabalhar após as 20 horas. “Quem sabe até 21 ou 22 horas, mas o prefeito apresentou o documento e ele infelizmente está de mãos atadas, pois o decreto do Estado tem o toque de recolher, então não se pode permitir que essas empresas trabalhem após as 20 horas”, expõe. “Os empresários entenderam, não ficaram felizes porque gostariam que fosse flexibilizado, mas não depende da prefeitura a alteração do decreto e do toque de recolher”, acrescenta.

De outra parte, a Acimacar questionou o prefeito sobre deixar as empresas de atividades consideradas não essenciais trabalharem aos sábados pela manhã. “Porém, de acordo com o decreto estadual, os municípios com população superior a 50 mil habitantes têm outros requisitos que devem ser respeitados e está bem explicado no decreto com a palavra ‘proibidas’ atividades não essenciais no sábado e no domingo. O prefeito disse que fica de mãos atadas e não poderia flexibilizar por constar no decreto estadual a palavra proibida e não facultativo. Entendemos, e o prefeito se comprometeu a entrar em contato com o Governo do Estado para tentar flexibilizar essa questão dos horários, no entanto sabemos que é algo difícil. Os números da Covid no Estado diminuíram pouco, daí será difícil fazer com que o governador reverta esse decreto antes do dia 1º de abril”, pontua.

Oliveira afirma que a luta pela igualdade das atividades vai continuar. “Nós vamos batalhar para que as atividades tidas como não essenciais possam ter tratamento igual às atividades essenciais, pois acredito que todo trabalho é essencial e todos precisam trabalhar para manter suas famílias e suas empresas em funcionamento. Vamos batalhar para que no dia 1º esse decreto se encerre ou se continuar em vigor que tenha restrições menores e toda população possa continuar trabalhando, desde que evitando aglomerações e respeitando questões sanitárias”, evidencia.

 

PASSEATA

No último sábado (20), uma passeata mobilizou empresários rondonenses e trabalhadores do comércio, que caminharam com faixas e cartazes pelo centro da cidade, finalizando com ato em frente à prefeitura, pedindo a flexibilização do decreto para autorizar a abertura de todas as empresas nas manhãs de sábado.

 

O Presente

Clique aqui e participe do nosso grupo no WhatsApp

 
Compartilhe esta notícia:

Este website utiliza cookies para fornecer a melhor experiência aos seus visitantes. Ao continuar, você concorda com o uso dessas informações para exibição de anúncios personalizados conforme os seus interesses.
Este website utiliza cookies para fornecer a melhor experiência aos seus visitantes. Ao continuar, você concorda com o uso dessas informações para exibição de anúncios personalizados conforme os seus interesses.