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Aumento dos focos do mosquito Aedes aegypti preocupa agentes em Pato Bragado

calendar_month 24 de setembro de 2021
2 min de leitura

Vários focos de mosquitos da Aedes aegypti, encontrados, principalmente em bebedores de animais, têm preocupado o setor de Endemias da Secretaria de Saúde de Pato Bragado, considerando que o município já passou por duas epidemias seguidas de dengue.

Segundo o chefe da divisão de Endemias, Cleber de Almeia dos Santos, o mosquito Aedes aegypti é urbano, ou seja, gosta de viver perto das pessoas e pica somente os seres humanos. Ele explica que mesmo no período de estiagem pelo qual o município e o Estado estão passando, o mosquito continua depositando seus ovos que eclodem após o mínimo contato com a chuva.

Almeida conta que os ovos podem permanecer por mais de um ano em um ambiente seco. “Por isso é fundamental que as ações de prevenção tenham continuidade, principalmente por parte da comunidade, onde cada morador é responsável manter o controle dos focos na sua propriedade”, alerta, reforçando que as pessoas devem verificar, além dos bebedores dos animais, outros locais como cisternas, ralos, piscinas, bandejas de degelo nas geladeiras e qualquer recipiente que possa vir a acumular água.

Ele pede a atenção também aos agentes da construção civil para que mantenham a atenção redobrada nas betoneiras, lajes e outros locais que possam acumular água. também para que a população recepcione bem os agentes de endemias, reforçando o trabalho de prevenção e controle do mosquito Aedes aegypti.

 

Panorama estadual 

O boletim semanal da dengue publicado nesta terça-feira (21) pela Secretaria de Estado da Saúde registra 133 casos confirmados. São 56 casos a mais que o informe anterior, que apresentava 77 confirmações.

Os dados são do 5º Informe Epidemiológico da dengue, do novo período sazonal da doença, que iniciou no dia 1º de agosto e deve seguir até julho de 2022.

Há ainda, 1.476 casos em investigação e 180 municípios registraram notificações de dengue, que passaram de 2.652 para 3.356. O Estado não registrou nenhum óbito neste período.

 

Com Assessoria

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