A construção do Complexo de Segurança em Marechal Cândido Rondon se tornou uma incógnita. Se antes o assunto aparentava que poderia avançar, indícios dão conta de que as conversas estagnaram.
Isto porque houve mudança na direção-geral da Itaipu e na diretoria do Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros e, desde então, as lideranças não conseguiram se reunir com os novos dirigentes para tratar do projeto.
“Temos que começar as tratativas novamente para tentar agendar uma reunião com eles (Itaipu e Lindeiros), pois o Estado só vai construir o Complexo de Segurança em Marechal Rondon se for disponibilizado o projeto completo. Hoje não temos um projeto completo, somente um estudo. Temos que batalhar para que consigamos arrecadar o dinheiro para pagar esse projeto”, declarou, ao O Presente, o vice-presidente da Associação Comercial e Empresarial (Acimacar), Ricardo Leites de Oliveira.
A avaliação é que o projeto pode custar em torno de R$ 400 mil. “O jeito mais fácil que acreditamos para isso (arrecadar o recurso) seria com a Itaipu, mas temos que aguardar para conseguir agendar uma reunião”, emenda.
FALTA DE CERTEZA
De acordo com Leites, a Acimacar queria ter a certeza da execução da obra para investir na elaboração do projeto. “Como o Governo do Estado não garantiu, ficamos com receio de investir esse dinheiro. Mas se o governo der o aval para o investimento, teremos que fazer uma assembleia para que os associados possam aprovar ou não esse investimento”, afirma o vice-presidente da entidade.
O Presente
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