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Municípios Prestação de contas

Faturamento da Cercar atinge R$ 70 milhões em 2018

Fotos: O Presente

 

O diretor-presidente da Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Econômico de Marechal Cândido Rondon (Cercar), Alcino Biesdorf, foi reconduzido ao cargo para o exercício 2019/2022, tendo Celso Prediger como vice-presidente. A eleição dos dirigentes do Conselho de Administração, tanto efetivos como suplentes, foi realizada na tarde de ontem (28), durante Assembleia Geral Ordinária (AGO). Também foram eleitos os conselheiros fiscais efetivos e suplentes para o exercício 2019. Ambos os conselhos também foram empossados.

Conforme Biesdorf, a tendência do Conselho de Administração, eleito e empossado, é realizar um trabalho de continuidade em relação aos projetos em execução, devendo investir em outra ação no momento em que a economia brasileira se mostrar mais positiva.

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PRESTAÇÃO DE CONTAS

Na prestação de contas foi apresentado que o faturamento bruto da cooperativa no decorrer de 2018 alcançou R$ 70.437.336,74 e que os tributos e encargos gerados somaram R$ 10.332.962,26. A Pequena Central Hidrelétrica Moinho (PCH Moinho) gerou 21 milhões de kilowhats e forneceu 42.489.279 de kilowhats no último ano. O quadro de associados da Cercar até 31 de dezembro era de 1.777 com 2.142 ligações, enquanto havia 153 colaboradores.

Foram aprovados pelos associados os itens constantes na prestação de contas, respectivamente o relatório da gestão, as demonstrações contábeis, os pareceres da auditoria externa e do Conselho Fiscal, plano de atividades e previsão orçamentária para 2019 e destinação das sobras no valor de R$ 1.048.696,10. A assembleia definiu por integralizar 100% das sobras à disposição da AGO na cota capital de cada associado para quitação de parte da dívida da Usina PCH Moinho para com a Cercar.

Em meados de julho do ano passado, por determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Cercar concretizou a criação de outra empresa para gerar energia. Isso porque a cooperativa não pode gerar energia pelo fato de ser uma distribuidora. Assim, todos os associados na cooperativa também possuem cota capital na usina, contudo são empresas distintas. Do financiamento da PCH Moinho junto ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) foram pagos R$ 2.237.000 e do total foi quitado 49,20%.

 

NÚMEROS

Ao longo de todo ano passado foram instalados 483 padrões de medição novos e 128 aumentos de carga; mantidos em 427 pontos nas redes de BT e transformadores; houve troca de 42 disjuntores e 16 caixas de medições; troca de 18 transformadores queimados, 12 para-raios e 23 cruzetas em postos de transformação; poda de árvores em 48 quilômetros de redes de baixa tensão; projeto e execução de 153 obras de redes de distribuição rural (RDR) e redes de distribuição urbana (RDU).

Os investimentos no decorrer de 2018 foram de R$ 787.075, parte deste valor na mudança dos programas de informática. Após concluídos, os lançamentos de todos os setores serão registrados instantaneamente em tempo real na contabilidade e no final as sobras serão proporcionais à compra e ao consumo de cada associado.

Compra de terreno somou R$ 280 mil; ampliação e melhorias nas redes elétricas representaram R$ 193.903,27; aquisição de máquinas, computadores, ferramentas, equipamentos, móveis e utensílios gerou R$ 189.070,20 de recursos aplicados; compra de veículos chegou a R$ 99.972,36; e ampliação e melhorias no prédio foram de R$ 24.129,89.

 

CONSELHOS

Além do diretor-presidente Biesdorf e do diretor vice-presidente Prediger, foram eleitos e empossados o diretor-secretário Adilio Dupont; diretores efetivos Celso Kipper, Gelso Kroessin e Guilherme Ari Lampert; suplentes Romeu Hepp, Tarcísio Afonso Goerck e Iomar Bauermann. O mandato segue até 2022.

Os conselheiros fiscais efetivos para o exercício 2019 são: Manfredo Hansen, Darci Obermeier e Waldir Schimitz. A suplência é ocupada por Ervino Krause, Erno Duncke e Valdemar Luiz Schaefer.

 

O Presente

 

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