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Hospital de Retaguarda de Cascavel ativa novos leitos de UTI

Foco é atender casos graves de doenças respiratórias


calendar_month 17 de junho de 2025
2 min de leitura

A partir de segunda-feira (16), o Hospital de Retaguarda de Cascavel conta com mais quatro leitos de UTI, somando aos 10 que já atendem pacientes da região. A ampliação faz parte da promessa do Governo do Estado de ativar oito novos leitos de terapia intensiva para enfrentar o aumento dos casos de doenças respiratórias.

Segundo o secretário de Saúde de Cascavel, Ali Haidar, os outros quatro leitos devem ser disponibilizados ainda nesta semana.

“Ao longo da semana, provavelmente vamos conseguir deixar aptos mais quatro leitos, em uma segunda enfermaria que estamos adaptando para receber esses pacientes. É um processo que leva alguns dias, pois é preciso instalar todos os equipamentos necessários. Assim que estiverem prontos, faremos a liberação. São leitos de UTI adulto e serão usados conforme a demanda da macro-regulação, de acordo com os critérios estabelecidos”, explica o secretário.

A ampliação da estrutura faz parte de uma estratégia da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), que prevê a abertura de 77 novos leitos em todo o Paraná, sendo 38 apenas na região Oeste.

Nas últimas semanas, a situação tem se agravado em todo o estado. Em Cascavel, já foram registradas 17 mortes por doenças respiratórias: 10 por influenza, 4 por Covid-19 e três por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Apesar do cenário preocupante, a adesão à vacinação segue baixa. Entre as mais de 144 mil pessoas do público-alvo na cidade, pouco mais de 81.400 receberam a vacina, o que representa 43,67% de cobertura – um aumento de apenas 2% desde que seis unidades de saúde passaram a ter horário ampliado para facilitar o acesso da população.

O diretor do Hospital de Retaguarda, Lísias Tomé, fez um apelo à comunidade:

“Nossa equipe está perfeitamente capacitada para atender à demanda. Estamos preparados, mas sozinhos não vamos conseguir vencer tudo isso que está acontecendo. Se a população não colaborar, fica difícil. A única coisa que pedimos é que as pessoas se vacinem. As doses estão disponíveis nas unidades de saúde e a vacinação é a principal forma de evitar que esses casos graves aconteçam”.

Com Catve

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