A morte de três presos na Cadeia Pública de Toledo de maio a agosto deste ano é investigada pela Polícia Civil.
Embora sem sinais físicos evidentes, a suspeita é de que eles tenham sido mortos por outros detentos.
A Polícia Civil aguarda laudos toxicológicos e de necrópsias e trata tudo no maior sigilo.
As mortes podem ter sido causadas por uma mistura feita com uma colher de cocaína em uma garrafinha de água, conhecida dentro da cadeia como “Gatorade”.
Quem é obrigado a tomar a bebida morre em até duas horas de falência múltipla dos órgãos, porque ocorre uma espécie de infarto.
Em Toledo, as mortes seriam fruto de uma briga de quadrilhas na cadeia, com direito à tortura psicológica.
“Eles fazem essa bebida e obrigam os detentos a tomar. Quem ingere sabe que a morte é certa”, contou um investigador que preferiu não se identificar.
Com Rádio Difusora