A ventania que destruiu um silo em construção na Área Industrial Santa Inês, em Itaipulândia, foi provocada pela formação de uma supercélula. A avaliação preliminar indica que a tempestade se desenvolveu do lado paraguaio do Lago de Itaipu e ganhou força rapidamente ao atravessar o lago.
Segundo o coordenador de operações Marco Jusevicius, a análise inicial aponta que a tempestade provocou rajadas de vento estimadas em cerca de 70 quilômetros por hora ou até mais no local atingido.
O fenômeno foi observado por meio de radar meteorológico, que acompanhou a evolução da tempestade até a região onde ocorreu o dano na estrutura.
O silo atingido pertence a uma cooperativa e estava em construção quando a ventania derrubou parte da estrutura. O local fica na Área Industrial Santa Inês, onde a cooperativa desenvolve obras para ampliar a capacidade de armazenamento.
Ainda de acordo com a avaliação preliminar, as estações meteorológicas mais próximas registraram rajadas menores de vento. No entanto, elas estavam distantes da área onde a tempestade ocorreu e, por isso, não podem ser usadas como referência para medir a intensidade do vento exatamente no ponto atingido.
A análise do fenômeno ainda deve continuar para confirmar todos os detalhes sobre a formação da tempestade e a intensidade das rajadas registradas no município. Até o momento, não há informação sobre pessoas feridas no local.
Com Catve
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