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Jeff Bezos é mais rico do que 133 países no mundo

Jeff Bezos, Bilionário Fundador da Amazon (Foto: David Ryder / Getty Images )

O bilionário Jeff Bezos se tornou o primeiro homem a acumular uma fortuna de US$ 106 bilhões na história. Segundo a Bloomberg, o fundador e CEO da Amazon supera a riqueza de 133 países - pelas estimativas do Fundo Monetário Internacional (FMI) para 2017. É possível somar o Produto Interno Bruto (PIB) da Islândia, Tunísia, Jamaica e Estônia e nem assim Bezos é ultrapassado.

Um aumento no valor das ações da Amazon na última segunda-feira (08/01) rendeu ao empresário o recorde de maior fortuna da história, de acordo com a CNN.

 

Até então, o título pertencia a Bill Gates, fundador da Microsoft. No entanto, se forem considerados os valores ajustados pela inflação, Bill Gates já chegou a valer muito mais do que isso, segundo a Forbes.

Em abril de 1999, por exemplo, a fortuna de Gates ultrapassou os US$ 100 bilhões pela primeira vez. Esse patrimônio, atualmente, seria de US$ 150 bilhões.

A primeira vez que Bezos esteve à frente do ranking da Bloomberg, ultrapassando Gates, foi em julho de 2017. Em novembro, ele superou a faixa dos US$ 100 bilhões.

Vale lembrar que o bilionário da Microsoft tem feito contribuições significativas à caridade há muitos anos, reduzindo significamente sua fortuna. De acordo com a Bloomberg, as doações de Gates somariam até hoje US$ 61,8 bilhões em ações da Microsoft e US$ 2,9 bilhões em dinheiro, o que colocaria seu patrimônio bem acima dos US$ 150 bilhões. Ou seja, se não tivesse doado à caridade, o fundador da Microsoft ainda ficaria bem à frente de Bezos.

Uma reportagem de 2015 da revista Money também contesta a ideia de que Gates, e agora Bezos, seriam os mais ricos da história. À frente dele, estariam grandes nomes da história mundial, como o imperador romano Augusto César, que, segundo historiadores, teve em um momento de sua vida o equivalente a US$ 4,6 trilhões.

Além da Amazon, Jeff Bezos também é dono do Washington Post e de uma empresa de viagens espaciais chamada Blue Origin.

 

 

Com informações Época Negócios