Ford Ranger 2021 + Territory
Copagril – Compras no Site
Paraná Sistema de alta pressão

Baixa umidade no Paraná exige cuidados com a saúde; veja dicas de alimentação e como evitar problemas respiratórios

(Foto: Divulgação/SEAB)

Com o tempo seco de inverno, a baixa umidade relativa do ar no Paraná exige cuidados com a saúde. Cidades do oeste, norte e noroeste têm registrado índices abaixo dos 30% nos últimos dias, segundo o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar).

Conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), a umidade relativa do ar ideal para saúde é entre 50% e 80%. Por isso, o G1 reuniu algumas dicas sobre alimentos que podem ajudar e orientações para prevenir alguns problemas respiratórios nesse período de tempo seco.

Casa do Eletricista – NÃO PAGUE AR

O Paraná está sob influência de um sistema de alta pressão, que não permite que nuvens carregadas avancem, consequentemente, a umidade relativa do ar diminui. Com ar seco, alguns sintomas podem ser comuns, como ardência nos olhos, tosse seca e irritação nas vias respiratórias.

Conforme a nutricionista Marília Zaparolli, é importante buscar uma alimentação que ajude o sistema imunológico, para que a saúde seja preservada no período mais seco do ano.

Para isso, é necessário consumir alimentos, principalmente, com vitaminas C, D e do complexo B. Esses nutrientes podem ser encontrados em várias fontes alimentares:

Frutas

Hortaliças

Proteínas magras

Peixes e oleaginosas

Castanhas e nozes

Sementes de abóbora e de girassol.

“Esses nutrientes agem através de diferentes mecanismos de ação, aumentando a proliferação de células de defesa de proteínas antimicrobianas e reduzindo o estresse oxidativo. Além disso, reforço a importância do suco de água e de fibras e probióticos, bactérias benéficas, que vão garantir a saúde intestinal e, consequentemente, melhorar o sistema imunológico.”

 

RESPIRAÇÃO

Segundo o otorrinolaringologista Gustavo Sela, o tempo seco pode colaborar para que as pessoas tenham um maior contato com vírus e bactérias, por isso, é importante que o sistema imunológico esteja preparado.

“O tempo seco faz com que a poluição fique mais tempo no ar. Com isso, essas partículas entram em contato conosco mais facilmente. Além disso, ele resseca a nossa mucosa, ou seja, o revestimento do nosso nariz e trato respiratório, fazendo microfissuras, com isso as bactérias e os vírus entram em contato mais fácil no nosso organismo causando doenças.”

O especialista recomenda algumas medidas para amenizar os problemas respiratórios:

Coloque umidificadores no ambiente

Use soros fisiológicos para deixar o nariz mais úmido

Retire os tapetes, carpetes e cobertores.

 

UMIDADE DO AR

De acordo com o meteorologista Lisandro Jacobsen, do Simepar, nos últimos dias, Curitiba registrou índices da umidade relativa em torno de 40%. Em Cascavel, no oeste, esse índice variou entre 25% e 30%.

“O inverno é quando realmente o tempo fica mais seco. A gente teve em julho e na primeira quinzena de agosto dois fortes bloqueios atmosféricos. Agora, temos mais um que está se intensificando. Esses bloqueios, que deixam a umidade mais baixa, duram de uma a três semanas.”
Jacobsen explica que não há previsão de chuva a curto prazo. A expectativa é que as mudanças no tempo aconteçam a partir da segunda semana de setembro.

Com a queda da umidade do ar, algumas cidades do estado estão em sinal de alerta e os moradores devem redobrar os cuidados com a saúde.

Índice de umidade relativa do ar:

Abaixo de 12%: emergência

12% a 20%: alerta

21% a 30%: atenção

31% a 40%: observação

 

Com G1

Clique aqui e participe do nosso grupo no WhatsApp

TOPO