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Paraná

Base do governo propõe reajuste de 3,45% em outubro e o restante em dezembro

calendar_month 1 de junho de 2015
2 min de leitura

Divulgação

A bancada do governo na Assembleia Legislativa levou hoje (01) ao Palácio Iguaçu uma nova proposta de reajuste salarial para o funcionalismo público estadual na tentativa de encontrar uma saída para o impasse entre servidores e Executivo -, em especial os professores, cuja greve já dura 35 dias. Pela nova fórmula imaginada pelos deputados, o governo pagaria R$ 3,45% em outubro, e o restante em dezembro, zerando ainda em 2015 as perdas inflacionárias de 8,17% do período.

Na semana passada, o Fórum das Entidades Sindicais (FES) e a APP-Sindicato rejeitou proposta que previa o pagamento de 3,45% divididos em três vezes entre setembro e novembro deste ano, e outros 8,37% em janeiro de 2016, além da mudança da data-base do funcionalismo de maio para janeiro.

A nova proposta tem a vantagem de atender algumas das exigências dos servidores a de que as perdas inflacionárias de maio de 2014 a abril de 2015 sejam zeradas ainda este ano. E a manutenção da data-base em maio.

O problema é saber se o governo vai aceitar essa ideia, já que até a semana passada o discurso é que a inflação só poderia ser zerada no ano que vem porque não haveria para pagar o reajuste agora.

O presidente da Assembleia, deputado Ademar Traiano (PSDB), disse que não vai colocar nenhuma proposta de reajuste salarial do funcionalismo incluindo de outros poderes, como Tribunal de Justiça e Ministério Público até que haja um acordo entre o Executivo e o funcionalismo estadual. Tanto no caso do TJ como do MP, a previsão é de reajuste de 8,17% com pagamento retroativo a maio.

 
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