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Bombeiros procuram pai que afundou enquanto brincava com a filha em represa do Paraná

De acordo com a corporação, o homem, a esposa e filhas estavam em bote no meio da água. Pai e a filha maior foram brincar na água quando ele teria afundado. É proibido entrar na água no local


calendar_month 30 de dezembro de 2023
2 min de leitura

Um homem de 54 anos afundou no meio da Represa do Passaúna em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), enquanto brincava na água com a filha de 8 anos na tarde deste sábado (30). Ele ainda não foi encontrado.

As informações foram prestadas pelo Corpo de Bombeiros, que conversou com testemunhas e trabalha na busca pelo homem. Segundo os bombeiros, o local tem 10 metros de profundidade.

A RPC apurou que o pai, a filha, a esposa, de 39 anos, e a filha mais nova, de 6 anos, estavam em um bote pequeno e que o vento teria levado a embarcação para um ponto mais fundo da represa.

Após o marido afundar, a mãe conseguiu resgatar a filha com uma boia e um morador da região ajudou a família a retornar para a margem. Porém, o pai seguiu submerso.

Os bombeiros prestaram atendimento à mãe e às filhas, que passam bem.

Há dois dias, um jovem morreu após ficar cerca de 15 minutos submerso em outro ponto da represa.

Em nota, a Sanepar reforçou ser proibido o uso das barragens para banho, natação e qualquer outro esporte em que a pessoa tenha contato com a água.

“As barragens são reservatórios de abastecimento público, são locais perigosos, com grandes profundidades e não podem ser utilizadas pela população para tomar banho. Esses locais são de acesso proibido”, aponta o órgão.

Segundo a companhia, no ponto de captação do Passaúna, há vigilância ostensiva.

Nos demais pontos da barragem, a Sanepar explica que há uso compartilhado com a Associação Paranaense de Remo, com esporte de remo e vela (que não usam barco a motor).

“Mesmo assim, os praticantes não estão autorizados a entrarem na água e são responsáveis por sua própria segurança. No Passaúna, há também um Parque Municipal que pertence à Prefeitura de Curitiba, que proíbe o nado e a pesca de barranco”, diz a nota.

Com G1

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