Paraná Pandemia

Cascavelense conta detalhes do processo de isolamento na Itália devido ao coronavírus

(Foto: Divulgação)

A situação do coronavírus (Covid-19) é preocupante, mas especialmente na Itália a realidade vivida tem gerado grande temor entre seus habitantes.

Neste sábado (14), o número de mortos por coronavírus aumentou 250 nas últimas 24 horas, o maior crescimento diário já registrado em qualquer país, enquanto a região mais afetada da Lombardia pede o fechamento completo de fábricas e escritórios.

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A cascavelense Franciny Letícia Brajak, moradora de Verona, relatou um pouco da realidade vivida por ela e seus familiares desde o último dia 23 de fevereiro, quando as escolas foram fechadas.

De acordo com ela, diversas indicações básicas foram repassadas para que as pessoas se protejam contra o vírus, porém atualmente a situação é bem diferente.

“Há três dias estamos trancados em casa para não termos contato para que o vírus não contamine mais pessoas e isso não vai durar apenas dois ou três dias, mas até o dia 03 de abril se os casos não diminuírem”, expôs à reportagem de O Presente, acrescentando: “No começo não foi levado a sério e hoje nos encontramos nessa situação. Meus filhos não vão à escola desde o dia 20 de fevereiro e não têm contato com amigos, professores, com ninguém. Esta é a realidade que estamos vivendo”. A mensagem foi compartilhada a amigos em um grupo de WhatsApp.

Franciny prossegue expondo que as pessoas podem sair de casa por apenas três motivos: “alimentar, médico e trabalho extremamente necessário sempre com uma justificativa para apresentar à polícia caso sejam parados. Moro aqui há 13 anos e é triste, doloroso, não poder exercer teu direito de liberdade por uma doença que está matando pessoas ininterruptamente”, enaltece. “O sentimento de impotência é devastador”, resume.

 

RESTRIÇÕES

Esta semana, o governo impôs restrições drásticas em todo o país, fechando bares, restaurantes e a maioria das lojas e proibindo viagens não essenciais, em um esforço para deter o pior surto da doença fora da China.

As medidas até agora não apontam sinais de desaceleração no número de mortes, que subiram 25% em um dia para 1.266. O número total de casos subiu de 15.113 para 17.660 em relação ao dia anterior, um aumento de cerca de 17%.

 

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