Fale com a gente

Paraná 1º trimestre de 2024

Com 6 milhões de trabalhadores, Paraná alcança maior número de pessoas ocupadas da história

Nível geral de ocupação (percentual de pessoas ocupadas na semana de referência em relação às pessoas em idade de trabalhar) voltou a subir e chegou a 62,3% no Paraná, melhor resultado desde o terceiro trimestre de 2023 (62,7%)

Publicado

em

(Foto: Amep)

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que o Paraná alcançou o número de 6 milhões de pessoas ocupadas no primeiro trimestre de 2024, o maior patamar da série histórica em números absolutos. No último trimestre do ano passado eram 5,9 milhões, no primeiro trimestre de 2023, 5,7 milhões, e no começo da série histórica, no primeiro trimestre de 2012, 5,2 milhões de pessoas. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (17).

Com isso, o nível geral de ocupação (percentual de pessoas ocupadas na semana de referência em relação às pessoas em idade de trabalhar) voltou a subir e chegou a 62,3% no Paraná, melhor resultado desde o terceiro trimestre de 2022 (62,7%). No último trimestre de 2023 o índice era de 61,9%.

Outro destaque da pesquisa é o percentual de empregados com carteira assinada no setor privado. O Paraná tem o segundo melhor indicador do País, com 81,8%, atrás apenas de Santa Catarina (87,2%), e à frente de São Paulo (81,4%), Rio Grande do Sul (81,3%) e Rondônia (78,7%). A média nacional é de 73,9%. Os menores resultados foram no Piauí (49,4%), Maranhão (52%) e Ceará (54,9%).

Com 3,3 milhões de pessoas, esse também é o maior resultado da série histórica da PNAD Contínua. No último trimestre de 2023 eram 3,2 milhões de pessoas e no primeiro trimestre daquele ano, 3,1 milhões. No começo da série histórica, em janeiro a março de 2012, eram 2,8 milhões. Além disso, o número de pessoas empregadas no setor privado com carteira assinada também bateu recorde, com 2,7 milhões. O maior número da série tinha sido no último trimestre do ano passado, com 2,6 milhões.

“São números que refletem o compromisso do Governo do Paraná com o emprego, que é o melhor programa social que existe. Eles indicam um grande momento da economia, com setores público e privado caminhando juntos, discutindo políticas e concretizando investimentos. O PIB do Paraná cresceu 5,8% em 2023 e também temos o maior índice de atividade econômica do País, segundo o Banco Central. Isso indica geração de emprego e renda em todos os setores e todos os municípios”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

TAXA DE DESOCUPAÇÃO – A taxa de desocupação do Paraná ficou em 4,8% no primeiro trimestre de 2024, a quarta menor do País, atrás de de Mato Grosso e Rondônia (3,7%) e Santa Catarina (3,8%). O resultado é bem superior à média nacional, que encerrou o período de janeiro a março em 7,9%. De acordo com a PNAD Contínua, frente ao 4º trimestre de 2023 a taxa de desocupação cresceu em oito Unidades da Federação, ficou estável em 18 e caiu apenas no Amapá (ainda em patamar alto, de 10,8%).

Esse é o quarto trimestre seguido em que a taxa fica abaixo de 5% no Paraná. É a primeira vez desde o período que engloba o terceiro trimestre de 2013 e o quarto trimestre de 2014 que a taxa se mantém tanto tempo nesse patamar. No começo da série histórica da pesquisa, no primeiro trimestre de 2012, a taxa de desemprego no Estado era de 5,6%. 

OUTROS INDICADORES – A taxa de informalidade do Paraná também é baixa no comparativo com a média nacional. Ela ficou em 31,3% no primeiro trimestre, enquanto a do Brasil encerrou com de 38,9% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Maranhão (57,5%), Pará (56,7%) e Piauí (54,9%). 

Segundo o IBGE, o cálculo dessa taxa utiliza empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; empregador sem registro no CNPJ; trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ; e trabalhador familiar auxiliar.

A taxa de subutilização também ficou abaixo da média nacional. No primeiro trimestre de 2024, ela fechou em 10,5% no Paraná, enquanto a média nacional encerrou em 17,9%. O Piauí (37,1%) teve a maior taxa, seguido por Bahia (32,1%) e Alagoas (29,4%). Ela envolve o percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada. 

RENDA – Ainda de acordo com a pesquisa, o rendimento médio real mensal habitual foi estimado em R$ 3.123 no primeiro trimestre de 2024, crescendo tanto em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 3.077) e quanto relação ao primeiro trimestre de 2023 (R$ 3.004). Na comparação entre o quarto trimestre de 2023 e o primeiro trimestre de 2024, a região Sul (R$ 2.475) foi a única que apresentou crescimento, enquanto as demais permaneceram estáveis.

No Paraná, o rendimento real saltou de R$ 3.275 para R$ 3.401 entre o quarto trimestre de 2023 e o primeiro trimestre de 2024, uma variação de 3,9%. No comparativo com o primeiro trimestre de 2023 (R$ 3.190), o crescimento foi de 6,6%.

Os números podem ser consultados no Painel do IBGE ou na divulgação oficial dos resultados.

Com Agência Estadual de Notícias

Clique aqui e participe do nosso grupo no WhatsApp

Copyright © 2017 O Presente