Joni Lang
Implantado em 1º de novembro de 2013, com sede em Cascavel e unidades em outros 15 municípios da região Oeste, dentre os quais Marechal Cândido Rondon, o Consórcio Intermunicipal Samu Oeste/PR (Consamu) atravessa um período de vacas magras. Isto porque a entidade, criada para manter serviços de atendimento médico de urgência (Samu) em 43 municípios, atingindo uma população de mais de 900 mil pessoas, está com um rombo que chega às cifras de R$ 2 milhões.
Em entrevista concedida ontem (06) ao Jornal O Presente, o secretário-executivo do Consamu, José Peixoto da Silva Neto, momentaneamente descartou a possibilidade da interrupção dos atendimentos. Contudo, a notícia não é nada positiva, haja vista que caso a entidade não receba as parcelas em dia o serviço pode, sim, ser paralisado já no próximo mês. Portanto, prefeitos, secretários de Saúde e a população devem estar em alerta com um risco iminente de fechamento do Samu.
A curto prazo não há risco de interrupção. Se não vir recurso estadual, federal e municipal todos os meses, o risco passa a existir. O repasse federal veio hoje (ontem, 06) de manhã e então os funcionários receberam os seus pagamentos. Se o governo federal e estadual interromperem os repasses financeiros, o Consamu não tem outra alternativa senão paralisar os atendimentos, afirma.
(Leia a reportagem completa na edição impressa de O Presente ou na edição on-line)