O número de conciliações judiciais no Paraná aumentou 13,5% no comparativo entre o ano passado e 2018, segundo dados do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR). Em 2019, 77 mil casos chegaram a um acordo nos centros judiciais de solução de conflitos, juizados especiais e turmas que julgam recursos.
Essas disputas envolvem consumidores e empresas, bancos, conflitos de família e até crimes de menor potencial ofensivo, conforme o TJ-PR.
“A forma consensual de resolução dos conflitos, ela é mais benéfica porque tem mais efetividade, é mais rápida e atende os interesses da sociedade”, afirma o desembargador José Laurindo.
Segundo ele, as conciliações podem ocorrer antes do início e durante o processo. Nem sempre a tentativa dá certo, e tudo se complica quando um dos lados não aparece para o encontro marcado com o diálogo.
“Quando a parte não comparece, não há como fazer o acordo”, explica o juiz aposentado Alvaro Paczkoski, que trabalha como mediador voluntário.
Porém, quando as partes comparecem e a conversa encaixa, os conflitos demorados terminam em aperto de mão.
Com G1
Clique aqui e participe do nosso grupo no WhatsApp