Paraná Segurança nas escolas

Governo do Paraná define novas regras para o Programa Escola Segura

Novo decreto indica a seleção de mais 80 militares inativos e a possibilidade de cabos, soldados e sargentos participarem do projeto (Foto: Divulgação)

O Governo do Paraná definiu novas regras para o Programa Escola Segura, projeto que pretende reforçar a segurança nos colégios estaduais. As novas alterações, publicadas na terça-feira (02), indicam que serão selecionados mais 80 militares inativos. Também foi autorizado a participação de cabos e sargentos no projeto, antes só soldados poderiam se inscrever.

O primeiro edital do programa foi lançado no início de março, e as inscrições seriam realizadas entre 19 e 30 de março. Seriam selecionados 74 militares para Londrina, no norte do Paraná, e 46 para Foz do Iguaçu. Os policiais selecionados receberiam R$ 113 por dia de trabalho.

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No entanto, o edital foi suspenso um dia antes do fim das inscrições. A Associação dos Militares cobrou melhores condições de remuneração para que os policiais pudessem participar deste projeto.

No decreto publicado no Diário Oficial do Estado, os policiais receberão um salário mensal e não mais por diária. O salário para soldado será de R$ 3 mil, para cabo será de R$ 3.300, para 3º sargento será de R$ 3.564 e para o 2º sargento será de R$ 3.813.

Segundo o chefe da Casa Civil, Guto Silva, o decreto só altera alguns pontos do edital que já tinha sido lançado. Além das vagas abertas para Londrina e Foz do Iguaçu, também serão abertas mais 80 vagas para a Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

As inscrições para o programa devem ser feitas até 12 de abril. Conforme Guto Silva, os militares selecionados passarão por uma capacitação até 30 de abril para atuar nas escolas, e a previsão é de que o programa inicie em 10 de maio em 100 escolas estaduais.

“Todos os policiais receberão equipamentos e fardas, vão trabalhar com motocicletas e será pago seguro de vida para cada militar. Será fornecido tudo o que é necessário para esses militares exercerem as atividades”, disse o chefe da Casa Civil.

 

Com G1 PR 

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