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Paraná Combustíveis

Preço do litro da gasolina no Paraná pode ficar entre R$ 0,50 e R$ 0,60 mais barato nos próximos dias

Com a redução, estimativa do Estado até o final do ano é de perda de receita de R$ 3,95 bilhões. A partir de 2023 será de R$ 7,90 bilhões

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(Foto: Sandro Mesquita/OP)

O preço do litro de gasolina no Paraná poderá ficar entre R$ 0,50 e R$ 0,60 mais baixo nos próximos dias. Esse é o valor estimado pela Secretaria de Estado da Fazenda (SEFA) em relação à redução no preço do combustível com a aplicação da alíquota de 18% do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), conforme Lei Complementar 194/22, que limita a cobrança de ICMS de combustíveis, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo à alíquota aplicada às mercadorias em geral. 

A redução, anunciada na sexta-feira (1º) e em vigor, foi de 25% para 18%. 

A publicação oficial acontecerá via Nota informativa e via Resolução da Secretaria da Fazenda para os combustíveis. Com isso, a base de cálculo do imposto sobre gasolina comum e premium; Diesel s10; Óleo Diesel e Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), mais conhecido como gás de cozinha, a partir de agora, para fins de substituição tributária, vai incidir sobre a média móvel dos preços médios praticados nas bombas nos últimos 60 meses, atendendo também a Lei Complementar 192/2022. Em relação ao diesel, o Paraná já praticava a menor alíquota do Brasil, de 12%.

ARRECADAÇÃO

Com essa redução, a estimativa do Estado até o final deste ano é de uma perda de receita de R$ 3,95 bilhões. A partir de 2023 será de R$ 7,90 bilhões. Como consequência, o valor dos repasses obrigatórios para municípios, Fundeb, saúde e educação será reduzido em 17,5%, na comparação com a Lei Orçamentária Anual 2022 (LOA), com igual impacto nos repasses obrigatórios aos municípios e outros Poderes.

O Paraná já havia renunciado a uma parte do imposto ao congelar, em novembro do ano passado, o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF) sobre combustíveis. Segundo um levantamento da Fecombustíveis, com a defasagem nos preços médios ponderados, além de não ser reajustado para seguir o preço de mercado, o ICMS também não acompanhou a inflação, o que na prática já representa uma redução real do tributo, o que ocorreu ao longo desses mais de seis meses.

Com assessoria

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