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Paraná

Ratinho Junior garante abertura de novos leitos no oeste do Paraná para tentar diminuir superlotação no HU de Cascavel

Hospital suspendeu cirurgias eletivas como alternativa para desafogar atendimento


calendar_month 22 de março de 2023
2 min de leitura

O governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) garantiu que a região oeste do Paraná deve ganhar novos leitos, a medida tem como objetivo diminuir a superlotação no Hospital Universitário (HU) de Cascavel. A notícia foi dada em entrevista exclusiva à RPC.

Na semana passada, o hospital suspendeu por 20 dias as cirurgias eletivas para ajudar a desafogar o pronto socorro, que segundo a direção, tem capacidade para atender cerca de 30 pacientes. O espaço chegou a comportar 90 pessoas.

Ratinho Junior anunciou mais leitos, mas não citou a quantidade e nem de fato quando eles serão abertos.

“O estado está fazendo uma nova parceria com outro hospital filantrópico, que pertence a uma universidade privada, mas que atende o Sistema Único de Saúde (SUS), pra turbinar esse hospital e ampliar leitos. E, automaticamente, continuar investindo no HU. A situação já está sendo coordenada pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesa)”.

Segundo o governador, outra alternativa para amenizar o problema no HU de Cascavel é um hospital em Toledo, que já foi concluído. De acordo com a Prefeitura de Cascavel, uma empresa particular vai administrar o local. A entidade terá três meses para iniciar o atendimento.

“Regionalmente a gente tem um hospital que está praticamente finalizado em Toledo, que vai atender toda a macrorregião também do oeste do Paraná. É um hospital que recebeu dinheiro do governo federal. Nós estamos colocando dinheiro lá para a compra de equipamentos, e a prefeitura também entrou com uma parte e vai fazer a gestão desse hospital, que nos próximos meses vai ficar pronto”.

O governador afirmou também que tem investido em hospitais regionais, como o de Assis Chateaubriand, que conta com 20 leitos.

Além da suspensão das cirurgias eletivas, a direção do HU aposta na construção da nova ala materno infantil para resolver a superlotação. O setor está sendo erguido ao lado do hospital. A obra começou em 2015, mas foi retomada somente na metade do ano passado após uma longa paralisação.

O investimento é de mais de R$ 21 milhões. O HU aguarda também o credenciamento pelo Ministério da Saúde de mais 60 leitos, ainda sem previsão.

Com G1

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