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Paraná

Sandro Dalpícolo apresenta o Jornal Nacional deste sábado; amazonense divide bancada

calendar_month 14 de setembro de 2019
2 min de leitura

Você já sabe que o Jornal Nacional comemora o cinquentenário tendo na bancada, a cada sábado, uma dupla de jornalistas que apresentam telejornais nos 26 estados e no Distrito Federal. Esses profissionais representam um pouco da história e dos sotaques de cada Estado brasileiro. A dupla que vai apresentar o JN deste sábado (14) é Luana Borba e Sandro Dalpícolo.

Dalpícolo vai ser o representante do Paraná. O Paraná é o quinto Estado mais populoso, com cerca de 11,4 milhões de habitantes. Esses brasileiros assistem ao Jornal Nacional pela RPC, afiliada da Rede Globo que cobre todo o Estado.

No passado, a produção da erva-mate garantiu a emancipação política da região, que era uma comarca de São Paulo.

Hoje, o Paraná é o maior exportador de frango do país, um dos líderes na produção de grãos e tem uma importante indústria de automóveis, papel e celulose. Essencial para os índios, o pinhão foi incorporado à alimentação dos paranaenses, assim como o barreado.

O Paraná abriga, junto com a Argentina, uma das sete maravilhas da natureza: as cataratas do Iguaçu. E a natureza é uma das atrações de Curitiba, que tem mais de 30 parques e bosques. A cidade é reconhecida mundialmente pela limpeza e pelo transporte coletivo pioneiro.

 

AMAZONAS

Luana Borba vai estar na bancada representando o Amazonas.

O Amazonas é o maior Estado do Brasil. Os espanhóis foram os primeiros europeus a chegar à região. Dizem que eles encontraram mulheres guerreiras, as amazonas, que resistiram à invasão. Vivem no Amazonas 4,1 milhões de brasileiros. O Jornal Nacional vai até eles com a Rede Amazônica, afiliada da TV Globo.

O perfil da economia mudou com a instalação do polo industrial de Manaus, nos anos 60. O estado também produz minérios, petróleo e gás. A riqueza do ciclo da borracha, da virada do século 19 para o século 20, é notada nas fachadas do centro histórico e no imponente Teatro Amazonas.

Perto da capital, é possível presenciar o fenômeno das águas, o majestoso encontro dos rios Negro e Solimões. O folclore riquíssimo da região está presente em atrações turísticas, nas diversas lendas de origem indígena e na culinária.

 

Com G1

 
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