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Secretaria de Saúde confirma primeira morte por coqueluche em cinco anos no Paraná

Bebê de seis meses que morreu pela doença era de Londrina


calendar_month 26 de julho de 2024
2 min de leitura

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) confirmou, nesta quinta-feira (25), a morte de uma bebê de seis meses por coqueluche em Londrina.

De acordo com a secretaria, este é o primeiro óbito em cinco anos no Paraná. A última morte havia sido registrada em 2019, em Ponta Grossa.

Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde de Londrina informou que a menina estava internada no Hospital Evangélico, era prematura e “apresentava atraso nas vacinas do Programa Nacional de Imunização”.

A Sesa investiga outra morte, a de um bebê de três meses, que morava em Irati. O Ministério da Saúde foi notificado sobre os casos.

Conhecida como “tosse comprida”, a coqueluche é uma doença aguda respiratória bastante contagiosa.

Conforme a Sesa, a transmissão ocorre principalmente pelo contato da pessoa doente com alguém que não está vacinado por meio de gotículas eliminadas por tosse, espirro e até ao falar.

Sintomas

De acordo com o Ministério da Saúde, os sintomas podem se manifestar em três níveis. O mais leve é parecido com um resfriado.

Os principais sinais da doença são mal-estar geral, corrimento nasal, tosse seca e febre baixa. Em fases mais agudas, a tosse passa de leve e seca para severa e descontrolada, podendo ser tão intensa a ponto de comprometer a respiração e também de provocar vômito ou cansaço extremo.

Aumento de casos

Segundo dados da Secretaria de Saúde, o Paraná teve 55 casos de coqueluche nos primeiros seis meses de 2024.

Em 2023, foram nove confirmações neste mesmo período, um aumento de 511%.

Importância da vacina

A vacinação nas crianças é feita por meio da vacina pentavalente, que previne contra a difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecções causadas pelo Haemophilus influenzae B) e DTP (contra difteria, tétano e coqueluche).

A pentavalente deve ser aplicada em três doses, aos dois, quatro e seis meses de vida. Já a DTP deve ser usada como reforço aos 15 meses e aos quatro anos de idade.

Com G1

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