Passadas 48 horas do sequestro da médica paranaense Tamires Gemelli da Silva Mignoni, ocorrido no Rio Grande do Sul, o caso segue sem uma solução. Uma equipe do grupo Tigre foi enviada do Paraná para Erechim a fim de auxiliar a polícia gaúcha na elucidação do caso, libertação da refém e prisão dos acusados.
A novidade de domingo (18) era a informação de que os sequestradores teriam mantido um primeiro contato pedindo R$ 2 milhões para devolver a liberdade à médica, que é filha de Berto Silva, comunicador com atuação também em Cascavel e que cumpre seu terceiro mandato à frente da Prefeitura de Laranjeiras do Sul.
Por sua vez, na segunda-feira (19) os familiares de Tamires desmentiram o pedido de resgate no valor de R$ 2 milhões. A investigação do caso segue sob sigilo.
SUPOSTO RESGATE
O suposto pedido de resgate de domingo teria sido anunciado por um radialista que acompanha tudo de Foz do Iguaçu.
Tamires foi sequestrada na saída do trabalho para o almoço, na sexta-feira (16), mas o marido só se deu conta do ocorrido e acionou a polícia depois que ela não chegou em casa. Câmeras de segurança filmaram o momento em que ela saiu da Unidade Básica de Saúde do Bairro Aldo Arioli, em Erechim, e foi surpreendida pelos suspeitos.
Com Alerta Paraná