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Poder Legislativo Habitação

Arion questiona prefeitura sobre seleção de beneficiados com casas populares

Foto: Cristiano Viteck

 

Em requerimento aprovado ontem (08), o vereador rondonense Arion Nasihgil questiona a administração municipal sobre os critérios utilizados para a seleção das famílias a serem beneficiadas com unidades habitacionais da Companhia de Habitação do Paraná – Cohapar. Segundo ele, estas informações são importantes, pois é corriqueiro o recebimento de reclamações de munícipes, que afirmam que há aparente irregularidade na concessão de casas.

Assim, ele solicita à Prefeitura que encaminhe ao Poder Legislativo lista com todos os contemplados com casas da Cohapar desde janeiro de 2017 até a data da resposta, com a apresentação de seus nomes, dados pessoais e detalhes da concessão. Igualmente, Arion requer que seja esclarecido como funciona o processo de seleção e os critérios utilizados para a escolha dos cidadãos que receberão as casas; e quem são os servidores municipais, inclusive assistentes sociais, responsáveis pela avaliação de tais critérios.

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Em outro requerimento, Arion solicita à deputada federal Leandre dal Ponte que empenhe esforços na liberação de recursos à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Marechal Cândido Rondon.

O vereador cita que fez pedido verbal à deputada em Brasília (DF) no final de 2018, no qual foi deliberado, dentre outras pautas, sobre a viabilidade de incluir a Apae na lista das entidades a serem beneficiadas pelos repasses do Fundo Estadual de Saúde do Paraná, oriundos de emendas de autoria da parlamentar em 2019.

“A inclusão da Apae para o recebimento de verba federal neste ano seria de suma importância para o desenvolvimento dos trabalhos da entidade”, garante.

Já em indicação, Arion sugere à Secretaria Municipal de Saúde que amplie o fornecimento de alimentos destinados a necessidades dietoterápicas específicas para crianças alergênicas e intolerantes à lactose de forma irrestrita.

“A sugestão surge após o recebimento de reclamações de mães rondonenses, que afirmam não conseguir, via Poder Público Municipal, o fornecimento de alimentos especiais como leite em pó para crianças que possuem restrições alimentares, notadamente a alergia e a intolerância à lactose, de forma contínua e irrestrita”, explica.

Conforme Arion, estas mães afirmam que a Secretaria Municipal de Saúde tem racionado o fornecimento destes itens, inclusive orientando os profissionais da área a receitarem a utilização destes alimentos especiais em quantidade menor do que o necessário.

O leite em pó especial, por exemplo, custa mais de R$ 200 por lata, a qual normalmente dura de 3 a 4 dias para o consumo por bebês, gerando custos mensais extremamente elevados às famílias.

 

Com assessoria

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