Policial

Chacrinha confessa ter matado o Bugrão da Vila Gaúcha

Andr eacute; Luiz Koch, o Chacrinha, de 19 anos, confessou, na segunda-feira (09), com a presen ccedil;a de seu advogado, ter matado Juselino da Maia, popular Bugr atilde;o da Vila Ga uacute;cha, 35 anos. ldquo;Ele confessou porque sabe que existem evid ecirc;ncias incontest aacute;veis de que tem participa ccedil; atilde;o no crime, como manchas de sangue em sua casa rdquo;, acredita o delegado Ary Nunes Pereira, da Pol iacute;cia Civil de Marechal Rondon. nbsp;
De acordo com o escriv atilde;o Ilmar Albba, Chacrinha, que ao ser preso no dia 28 de julho, logo ap oacute;s o corpo de Bugr atilde;o ter sido encontrado, negou ter cometido o crime, mudou totalmente sua hist oacute;ria. Chacrinha contou que, por volta das 06h30 do uacute;ltimo dia 20, Bugr atilde;o foi at eacute; sua casa, na Travessa Estrela, Condom iacute;nio Arco Iacute;ris, na Vila Ga uacute;cha, ldquo;chapado rdquo; e nervoso. Os dois discutiram, come ccedil;aram a brigar e ent atilde;o Chacrinha desferiu dois golpes de faca no pesco ccedil;o de Bugr atilde;o. A v iacute;tima foi morta na sala da casa. Ap oacute;s, Chacrinha disse que pegou o ve iacute;culo Premio de um amigo, morador no centro da cidade, n atilde;o informando ao propriet aacute;rio como realmente o carro seria usado. Ele ent atilde;o colocou o corpo de Bugr atilde;o no porta-malas do carro e o levou at eacute; a mata na Linha Periquito, no interior de Marechal Rondon, onde o desovou. Depois, Chacrinha diz que limpou o carro e a casa e devolveu o ve iacute;culo.
Ele alegou que fez tudo sozinho, sem testemunhas, haja vista que sua namorada estava na casa dos pais. A faca usada no crime foi jogada por Chacrinha num rio.

Pol iacute;cia acredita que mais pessoas est atilde;o envolvidas no crime
A pol iacute;cia acredita na participa ccedil; atilde;o de Chacrinha no crime, mas duvida que ele tenha feito tudo sozinho. As investiga ccedil; otilde;es apontam, antes mesmo do corpo ter sido encontrado, que quatro pessoas teriam tido participa ccedil; atilde;o no crime. Segundo investiga ccedil; atilde;o, tr ecirc;s pessoas, entre elas Chacrinha, teriam atra iacute;do Bugr atilde;o para a casa na Travessa Estrela. Na casa, ele teria sido dominado e morto. Na sequ ecirc;ncia, o condutor do Premio teria ido ao local para a remo ccedil; atilde;o do corpo. As quatro pessoas investigadas foram indiciadas pela pol iacute;cia.
O dono do Premio ainda n atilde;o foi encontrado para dar sua vers atilde;o, mas o carro est aacute; apreendido. J aacute; as outras tr ecirc;s pessoas est atilde;o detidas. A pol iacute;cia encontrou, atrav eacute;s de per iacute;cia, manchas, que seriam de sangue, em pares de t ecirc;nis de dois dos detidos. No carro tamb eacute;m foram encontradas as manchas. Est aacute; sendo aguardado laudo do Instituto de Criminal iacute;stica com o resultado da per iacute;cia. nbsp;
Apesar de ser jovem, Chacrinha eacute; bem conhecido no setor policial. Quando era adolescente o rapaz respondeu por um homic iacute;dio e uma tentativa de homic iacute;dio. Esse ano testemunhou um homic iacute;dio em Marechal Rondon. Maior de idade, Chacrinha foi acusado duas vezes por recepta ccedil; atilde;o e por uma tentativa de homic iacute;dio, cuja v iacute;tima foi o pr oacute;prio Bugr atilde;o. O caso aconteceu na Vila Ga uacute;cha, quando um elemento atirou contra a casa da v iacute;tima.

Casa do Eletricista – RETOMA
TOPO