A Polícia Civil detalhou, nesta terça-feira (21), as investigações que resultaram na prisão de três suspeitos de integrar um grupo especializado no furto de caminhonetes Toyota Hilux no Oeste do Paraná.
Segundo o delegado Daniel Brandt, os presos participaram, entre outros casos, do furto de uma Hilux em Cascavel. A investigação também apura a atuação do grupo em outras cidades da região.
“O inquérito policial está bem robusto. Foi escolhido o momento correto para efetuar as prisões”, afirmou o delegado.
Os suspeitos permanecerão presos preventivamente. Um deles, de 31 anos, possui antecedentes por tráfico de drogas, organização criminosa e furtos. Os outros dois investigados são irmãos, um homem de 24 anos e uma mulher de 21 anos, sem passagens pela polícia.
Estratégia para não levantar suspeitas
De acordo com a investigação, o grupo utilizava uma estratégia para dificultar a identificação durante o transporte das caminhonetes furtadas.
Conforme o delegado, um homem e uma mulher dirigiam o veículo, simulando uma viagem em família, o que reduzia as chances de despertar suspeitas durante deslocamentos e abordagens.
A Polícia Civil acredita que as caminhonetes eram levadas para o Paraguai, onde seriam destinadas ao mercado ilegal.
Investigações continuam
O delegado afirmou que outras cidades também investigam a atuação da organização criminosa e destacou que a polícia já identificou outros envolvidos.
“A gente sabe quem são eles. É bom que eles saibam que a gente sabe”, afirmou Daniel Brandt.
Orientação aos proprietários
A Polícia Civil orienta os proprietários de caminhonetes de alto valor a reforçarem as medidas de segurança, principalmente durante a noite.
Segundo o delegado, veículos como Toyota Hilux e Mitsubishi L200 estão entre os principais alvos dos criminosos. Como medida preventiva, ele recomenda que os proprietários evitem deixar esses veículos expostos na rua durante a madrugada e utilizem dispositivos de segurança adicionais, como correntes travando os pedais, além dos sistemas eletrônicos convencionais.
As investigações continuam para identificar e responsabilizar outros possíveis integrantes do grupo criminoso.
Com Catve
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