Na madrugada de 24 de dezembro de 2025, por volta das 4h30, a Polícia Militar foi acionada pela central de operações para atender a uma ocorrência de lesão corporal em via pública de Marechal Cândido Rondon. Segundo informações iniciais, uma mulher estaria em posse de uma faca e teria agredido pessoas durante uma confraternização.
De acordo com relatos das vítimas, o encontro acontecia na residência de uma das participantes, quando um casal de mulheres presente na reunião iniciou uma discussão motivada por ciúmes. Em meio ao desentendimento, uma das envolvidas teria atacado uma das convidadas no banheiro, empurrando-a ao chão e, em seguida, desferindo golpes com um tijolo contra sua cabeça. A vítima sofreu ferimentos visíveis. Outra participante, ao tentar intervir, também foi agredida com socos e tapas, resultando em lesões.
As testemunhas afirmaram ainda que a parceira da agressora teria colaborado com as agressões, segurando as vítimas e ameaçando buscar uma faca. Após os ataques, ambas se evadiram do local.
Durante buscas nas proximidades, a polícia localizou primeiramente a parceira da autora, que acatou a abordagem. Pouco depois, a principal suspeita se aproximou, mas ao receber ordem para acompanhar a equipe, resistiu, correu e tentou agredir os policiais. Após breve perseguição, foi imobilizada e algemada, mesmo oferecendo resistência constante.
As partes foram encaminhadas à 47ª Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos cabíveis. O uso de algemas foi fundamentado na Súmula Vinculante nº 11 do Supremo Tribunal Federal, diante do risco de fuga e da integridade física dos envolvidos.
O caso segue em investigação pela Polícia Civil, que deverá apurar responsabilidades e circunstâncias da agressão.
Com PM
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