A delegada Juliana Raupp afirmou que a morte da menina de três anos atingida por um tanque de concreto, em Clevelândia, foi uma fatalidade, após as primeiras apurações da Polícia Civil.
A equipe foi acionada pela Polícia Militar na noite de terça-feira (17), após a criança ser levada ao hospital da cidade. Ela chegou a ser socorrida pelos familiares, mas não resistiu.
Durante as diligências, a polícia levantou que a situação ocorreu na casa do avô da criança, onde a família estava reunida. Os pais jantavam enquanto a menina e a irmã, de cinco anos, brincavam próximas a um tanque de concreto na área externa.
A principal hipótese é de que a irmã mais velha tenha se apoiado na estrutura, que tinha uma das bases desgastadas, provocando o tombamento.
“Um tanque de concreto desses grandes, que pesava em torno de mais ou menos uns 50 quilos, mas que um dos pezinhos estava levemente desgastado. A tese é que a irmã mais velha teria então se apoiado nesse tanque, fazendo ele tombar”, explicou a delegada.
A estrutura caiu sobre a criança menor, atingindo a região do tórax. Ela foi socorrida imediatamente pelo padrasto e encaminhada ao Hospital São Sebastião, mas não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Civil acionou a Polícia Científica e ouviu familiares e profissionais de saúde. Conforme Juliana Raupp, o caso é tratado como acidente doméstico, sem indícios de crime.
A delegada também alertou sobre cuidados com móveis pesados em residências com crianças.
“Seria muito bom se as pessoas pudessem observar os móveis que têm em casa, mais pesados, e que tenham tendência, talvez, se a criança tentar escalar, tombar, que esses móveis sejam parafusados”, orientou.
A vítima foi identificada como Isadora Lemes Duarte. O velório ocorreu nesta quarta-feira (18), desde as 14h20, na Igreja Assembleia de Deus. Por volta das 16 horas aconteceu a despedida, seguida do sepultamento no Cemitério Jardim da Saudade.
Com Catve
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