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Denúncias levam Polícia Ambiental a três áreas com desmatamento ilegal no Paraná

Casos resultaram em multas, embargos e investigações por crimes ambientais


calendar_month 20 de julho de 2026
2 min de leitura

Três casos de crimes ambientais foram registrados pela Polícia Militar Ambiental no Paraná. As ocorrências envolveram corte irregular de árvores nativas, desmatamento sem autorização e danos em áreas de vegetação protegida. Ao todo, os responsáveis foram multados em R$ 17,5 mil e duas áreas acabaram embargadas.

Em Jaguariaíva, nos Campos Gerais, a fiscalização identificou o corte ilegal de sete árvores de araucária, espécie conhecida como Pinheiro-do-Paraná e ameaçada de extinção. A ocorrência foi registrada na Localidade dos Lanças após uma solicitação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Durante a vistoria, os policiais encontraram apenas os tocos das árvores cortadas. Segundo a Polícia Ambiental, a Araucária é uma espécie nativa da Mata Atlântica, classificada como vulnerável na lista oficial de espécies ameaçadas e possui proteção especial prevista em lei.

Como o proprietário da área não apresentou autorização ambiental para a intervenção, foi aplicado um Auto de Infração Ambiental no valor de R$ 3,5 mil. O caso também será encaminhado à Polícia Civil para investigação de possível crime ambiental.

Denúncias pelo 181 ajudam a identificar desmatamentos

Em Irati, uma denúncia feita pelo telefone 181 levou equipes da Polícia Ambiental até uma propriedade rural na localidade Linha Ordenança.

No local, os agentes constataram o corte e a destoca de árvores em uma área de floresta nativa de aproximadamente 0,22 hectare. 

Diante da irregularidade, foi aplicada uma multa de R$ 7 mil e a área foi embargada, ficando proibida qualquer intervenção até uma decisão da autoridade competente.

Outra situação semelhante foi identificada na Lapa, também após uma denúncia recebida pelo canal 181. Durante a fiscalização, os policiais constataram a retirada de vegetação nativa em uma área de 0,05 hectare.

Como não havia licença ambiental para a supressão da vegetação, o proprietário recebeu um Auto de Infração Ambiental de R$ 7 mil. O local também foi embargado e o responsável deverá responder criminalmente pelo dano causado ao meio ambiente.

Com Catve

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