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Feminicídio em Cascavel: mulher morta com cinco tiros pediu separação

Homem confessou que matou Ana Rosa Pereira da Silva no Jardim Belmonte


calendar_month 4 de fevereiro de 2026
2 min de leitura

A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia de Homicídios de Cascavel, fala sobre a morte de Ana Rosa Pereira da Silva de 32 anos, natural de Presidente Sarney no Maranhão. O crime aconteceu na Rua Serra de Santana, no bairro Jardim Belmonte.

O homem de 48 anos foi preso em Jesuítas e confessou o crime. Durante o interrogatório ele afirmou sobre a motivação e que a situação estava conturbada desde o último sábado. A princípio, não havia histórico de violência.

“Motivação seria o fim do relacionamento, ela queria separar dele. […] Ele alega que ela queria pegar a arma antes no carro e ele teria tomado a arma dela e efetuado cinco disparos de arma de fogo que pegou no tórax da vítima”.

Conforme informado no local, Ana Rosa estaria em um veículo de cor branca, onde teria ocorrido uma discussão com o ex-companheiro, de 48 anos. Durante o desentendimento, ela teria sido retirada à força do carro e, na sequência, atingida por quatro disparos, que atingiram a região do abdômen e do tórax.

Durante o interrogatório, ele alegou que os disparos foram realizados no interior da caminhonete, Então o veículo foi apreendido e passará por perícia.

O autor do crime, que é Caçador, Atirador e Colecionador (CAC), com registro das armas, fugiu para Jesuítas, mas foi localizado pela Polícia Militar. Também foram localizados:

uma pistola 9mm
uma carabina .22
uma espingarda calibre 12
uma espingarda de pressão

Além disso, foram mil munições intactas de diversos calibres e vários estojos deflagrados.

Moza explica que durante o interrogatório, ele falou sobre a situação de morte com a esposa anterior, mas que ele foi absolvido.

“Porém ele alega que foi absolvido porque foi acidente. Salvo engano foi em 2000. É um procedimento antigo vamos verificar ainda essa ocorrência”, explicou.

A Polícia Civil oficiou o Exército Brasileiro para orientação quanto a destinação do armamento encontrado no imóvel, já que ele não foi utilizado no crime.

Segundo o delegado, ainda não há informações precisas com relação ao CAC, mas ele não poderia estar com a arma no horário do crime.

Com Catve

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