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Flagra: homem é preso após apontar laser para helicóptero da PM

Imagem aérea mostra o homem de dentro de casa na rua Antonina


calendar_month 19 de abril de 2026
2 min de leitura

Um homem de 45 anos foi preso após apontar um dispositivo de laser contra a aeronave Falcão, helicóptero da Polícia Militar, durante patrulhamento preventivo em Cascavel.

A ocorrência foi registrada na noite de sexta-feira (17), por volta das 20h40, na Rua Antonina, na região central da cidade. Segundo a PM, a equipe aérea identificou diversas vezes o feixe de luz sendo direcionado à aeronave, situação que coloca em risco a segurança do voo e dos ocupantes.

Diante da insistência do suspeito, os policiais passaram a monitorar o local com a tecnologia embarcada no helicóptero e conseguiram gravar em vídeo o momento em que o laser era apontado em direção à aeronave. Com as imagens, equipes de solo foram acionadas e se deslocaram até a residência identificada.

No primeiro momento, o morador negou o uso do equipamento e afirmou que outras pessoas poderiam ter utilizado o objeto em frente à casa. No entanto, após a apresentação das imagens feitas pela aeronave, foi constatado que o feixe partia do pátio da residência.

Diante das evidências, o proprietário admitiu que era ele quem utilizava o laser e entregou o equipamento aos policiais. Ele foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil e, posteriormente, à Polícia Federal. O dispositivo também foi apreendido.

Apontar laser para aeronave é crime

Direcionar feixes de laser para aeronaves é considerado uma conduta grave e pode colocar em risco a segurança do voo, afetando diretamente a visão dos pilotos e comprometendo a operação.

No Brasil, esse tipo de ação pode ser enquadrado como crime contra a segurança do transporte aéreo e contra a incolumidade pública, com investigação conduzida pela Polícia Federal.

Mesmo equipamentos de pequeno porte podem causar ofuscamento momentâneo, perda de visão temporária e desorientação, especialmente durante voos noturnos, pousos e decolagens.

Além da responsabilização criminal, o autor também pode responder judicialmente caso a ação coloque passageiros, tripulantes e pessoas em solo em situação de risco.

Com Catve.com

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