Ontem (1º), por volta das 6h45, a Polícia Militar (PM) foi acionada para prestar apoio ao Samu em Marechal Cândido Rondon. Conforme os solicitantes, a equipe do Samu recebeu um chamado sobre uma mulher que estaria gritando com os vizinhos em frente à residência.
Segundo o relatório policial, ao chega no local o Samu foi recebido com gritos pela mulher, que os xingava e os mandava embora. Diante da situação, os atendentes resolveram pedir apoio à Polícia Militar rondonense.
Quando a PM chegou ao local, a mulher teria agido da mesma forma: gritou contra a equipe policial afirmando que era advogada, xingando os policiais de “bosta” e dizendo que a polícia não poderia fazer nada. Os agentes tentaram conversar com a mulher, porém, segundo o relatório da polícia, ela se encontrava descontrolada.
A enfermeira do SAMU solicitou que a mulher preenchesse um documento para que a pudessem encerrar a ocorrência de socorro, mas ela disse que não era obrigada a se identificar. Na sequência, foi explicado que a mulher estava diante de uma ocorrência policial e, assim, é obrigada a se identificar. Ainda assim, a rondonense teria dito que “não era obrigada, pois era advogada” e teria ofendido novamente o policial militar.
Diante dos fatos, os policiais deram ordem para que ela abrisse o portão, pois a mulher seria encaminhada por desobediência, desacato e perturbação do trabalho. A acusada, por sua vez, disse que ninguém entraria em sua casa e, diante disso, foi utilizado o espargidor de gás de pimenta para iniciar a entrada no pátio da residência. Simultaneamente, a mulher teria entrado n residência e trancado a porta, não abrindo-a por solicitação dos policiais e os obrigando a arrombar a porta. Com a equipe policial dentro da casa, a mulher teria se trancado no banheiro, sendo pedido mais uma vez que ela abrisse a porta, mas ela se recusava e foi preciso arrombar a porta. Após isso, a mulher recebeu voz de prisão.
Os policiais pediram para que a mulher se identificasse, porém ela inda se recusava. Por fim, os agentes encontraram uma identidade no local e puderam identificar a acusada. Depois, a mulher foi encaminhada à 47ª Delegacia de Polícia Civil e durante o deslocamento ela desferiu socos e chutes contra o vidro do camburão, porém não causou danos aparentes. Uma vez na delegacia, a conduzida continuava a gritar com todos que se encontravam no local.
O Presente com PM