Uma mulher compareceu à sede da Polícia Militar (PM) de Quatro Pontes, por volta das 09 horas de ontem (16), e relatou ter sido vítima de um suposto caso de estelionato.
No dia 26 de novembro, a solicitante teria recebido um e-mail de uma empresa com endereço físico em São Paulo, Capital. Conforme o relatório policial, um serviço de divulgação empresarial estaria sendo oferecido na correspondência.
Doze dias depois, dia 08 de dezembro, a mulher teria recebido um telefonema dos representantes da empresa informando que a solicitante teria descumprido o contrato. Os golpistas teriam dito que, para não pagar a rescisão contratual e ter o CNPJ cancelado, ela deveria realizar o pagamento de R$ 3,304 mil por pix para o CNPJ da empresa.
Logo, a solicitante teria recebido uma nova ligação da empresa, informando que o valor a ser pago deveria ser de R$ 7 mil com possibilidade de parcelamento. A vítima teria realizado um novo pagamento via pix no valor de R$ 2 mil para o mesmo CNPJ da transferência anterior.
Na mesma data, a solicitante teria procurado assistência jurídica e foi informada de que poderia estar sendo vítima de estelionato, pois não havia procedência a cobrança do serviço contratado. Após o ocorrido, a empresa teria tentado contato várias vezes por telefone.
A noticiante foi orientada pela PM quanto aos procedimentos cabíveis.
O Presente com PM