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Policial

Perícia vai dizer se corpo encontrado incendiado em carro é de Fabio Royer

calendar_month 19 de julho de 2018
2 min de leitura

Um veículo Renault Kwid, que pode ser do gerente financeiro Fabio Royer, de 42 anos, foi encontrado incendiado na tarde de quarta-feira (18), na zona rural de Colombo, na região metropolitana de Curitiba. Um corpo também foi encontrado dentro do veículo, mas a confirmação da identidade depende de exames no Instituto Médico Legal (IML). O automóvel estava na Rua José Strapasson, a uma distância aproximada de 300 metros da Estrada da Ribeira.

Fabio está desaparecido desde a noite de segunda-feira (16). Ele saiu de casa, no bairro Bacacheri, em Curitiba, para ir até uma farmácia comprar uma bomba de asma para o filho.

Mesmo com os vários indícios, o delegado Osmar Feijó, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), disse que ainda não é possível dizer que o corpo encontrado é de Fabio. “Apenas após laudos do IML e da Criminalística, poderemos confirmar a identidade da vítima. No momento, não há nenhuma indicação que confirme ou negue. Até mesmo a placa, que bate com a de Fabio, vamos verificar, já que pode ter sido deixada intencionalmente para despistar”, explicou.

O corpo encontrado no Kwid estava no banco de trás, mas como foi carbonizado, a identidade ainda não foi confirmada. As placas do veículo (BBZ-5324) também foram encontradas no matagal.

Um pequeno galão também foi recolhido e a perícia irá investigar se o objeto pode ter sido utilizado para espalhar material inflamável.

Sem pistas

No início da tarde de quarta, a família já havia relatado o desespero pelo qual estava passando desde o desaparecimento. A sogra, Elizabeth Lima, comentou que a filha, Florise Lima, precisou de atendimento médico por conta do estresse ocasionado com o sumiço. Ela também lamentou os trotes recebidos desde o anúncio do desaparecimento. “Qualquer informação é bem-vinda e agradecemos que nos passem, mas infelizmente tem muita gente que se aproveita de um momento dramático como esse para passar trote”, criticou.

A DHPP investiga o caso. Qualquer informação pode ser repassada pelo disque-denúncia, 0800-6431-121.

 

Com Banda B

 
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